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quarta-feira, 18 de abril de 2012

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Montar um PC é realmente mais barato do que comprar um pronto?

Uma comparação entre preços, componentes e qualidade. Descubra se você deve adquirir seu PC novo no supermercado ou se vale a pena comprar as peças separadas.


Muito se argumenta quanto às inúmeras vantagens que existem ao montar um PC e sobre a grande economia resultante da aquisição separada dos componentes. Da mesma forma, algumas pessoas criticam as montadoras por conta da baixa qualidade. Assim, surgiu uma história de que computadores vendidos em supermercados custam mais e quase não prestam.
Mas será que isso é verdade? Hoje, o Tecmundo investiga o assunto para colocar um ponto final na discussão e exibir os principais aspectos positivos e negativos de cada lado da moeda. Se você está pensando em adquirir um PC novo, sugerimos que leia este texto antes de fazê-lo.

Um computador para atividades básicas

Para efetuarmos nossa comparação, precisamos de parâmetros reais. Assim, realizamos algumas buscas para saber como estão os preços. Em uma pesquisa rápida, encontramos uma máquina da marca Positivo com especificações razoáveis; veja:

(Fonte da imagem: Divulgação/Positivo)

  • Processador Intel Pentium Dual Core E5800 (3,2 GHz)
  • Placa-mãe Positivo
  • 6 GB de memória RAM
  • Fonte genérica
  • Disco rígido de 1 TB
  • Gravador de DVD
  • Gabinete Positivo
  • Windows 7 Home Basic
  • Monitor LG E1641S 15,6”
  • Preço = R$ 1.234








A configuração desse computador é suficiente para oferecer boa experiência de navegação na web, criação de documentos, reprodução de vídeos e execução de alguns jogos mais simples. O interessante é que essa máquina pode ser adquirida por preços que iniciam em R$ 1.234.

(Fonte da imagem: Divulgação/LG)
O PC acima vem com a versão original do Windows 7 Home Basic, mas, para efeitos de comparação, a mesma máquina sem o sistema da Microsoft custa R$ 1.044, ou seja, há uma economia de 190 reais caso o PC venha com o Linux instalado.

Uma máquina personalizada de poder semelhante

Para poder realizar nossa comparação, montamos um PC fictício com componentes parecidos. Vale salientar que alguns dos itens de hardware do computador da Positivo já estão defasados, portanto, esta configuração personalizada conta com alguns dispositivos diferentes, mas, de modo geral, o desempenho entre elas é semelhante. Confira a lista de itens:

(Fonte da imagem: Divulgação/MSI)

  • Processador Intel Pentium Dual Core G620 (R$ 132)
  • Placa-mãe MSI H61M-P21 (R$ 169)
  • 8 GB de memória RAM – Módulos DDR3 da Patriot com clock de 1.333 MHz (R$ 128)
  • Fonte C3 Tech 350 W (R$ 67)
  • Disco rígido Western Digital de 1 TB com 64 MB de memória Buffer (R$ 287)
  • Gravador de DVD Samsung SH-222BB (R$ 50)
  • Gabinete Duex ATX DX998 (R$ 50)
  • Windows 7 Home Basic (R$ 266)
  • Monitor LG E1641S 15,6” (R$ 239)
  • Kit Teclado + Mouse Fortrek (R$ 18)
  • Preço = R$ 1.406









Detalhe: os preços são baseados em pesquisas realizadas nos sites MegaMamute, Kabum! e Balão da Informática. Os valores foram obtidos no dia 17 de abril de 2012.
Não foi possível montar uma configuração com todas as peças idênticas, porém, o valor desse PC não está tão distante do que é ofertado pela Positivo. Nossa máquina tem processador mais recente, placa-mãe de marca conhecida, 2 GB a mais de memória RAM, fonte de fabricante renomada e disco rígido com grande quantidade de memória Buffer.

(Fonte da imagem: Divulgação/Intel)
Esse upgrade nos componentes resulta em um computador com valor total de R$ 1.406 — uma diferença de 172 reais. Caso o Windows seja removido da lista, o custo da máquina cai para R$ 1.140, ou seja, 96 reais a mais do que um PC parecido de uma montadora brasileira.

Quando mais caro significa melhor

Como você pôde ver, os computadores de montadoras tendem a custar menos do que os que são montados pelos consumidores. Todavia, há um aspecto importante a ser considerado nessa disputa: a qualidade dos componentes.
Claro, não podemos julgar todas as máquinas de forma igual sem analisar item por item. Todavia, a regra geral das montadoras é economizar e adquirir as peças em grandes quantidades para baratear o custo dos computadores. Assim, o que acontece muitas vezes é que os PCs adquiridos em lojas de departamento não apresentam boa durabilidade.
Quem já adquiriu um PC barato e nunca teve de levá-lo à garantia é a exceção. Muitas vezes o problema começa na fonte, que apesar de projetada para alimentar todos os componentes, não conta com peças de boa qualidade. Resultado? Basta uma queda de energia ou uma má regulagem em algum dos componentes para que a máquina pare de funcionar.

Seu PC, seus componentes preferidos!

Em nosso exemplo, as máquinas comparadas têm peças muito parecidas. Todavia, pensando na sua liberdade como consumidor, seu PC pode ter quaisquer componentes — óbvio, o preço vai subir conforme o desempenho dos produtos escolhidos. Assim, o principal diferencial de um computador personalizado está no seu gosto pessoal.
Além dessa característica, um computador montado separadamente tem como vantagem a possibilidade de realização de upgrades. Dessa forma, seu computador inicial que contava com um processador Pentium G620 pode ser atualizado para um Intel Core i5. Se a ideia for executar games, você também pode mudar a fonte e adicionar uma placa gráfica.

(Fonte da imagem: Divulgação/Sapphire) Não que um PC de montadora não possa ser modificado, porém, no primeiro ano você não pode abrir o gabinete, pois qualquer modificação anula a garantia. Vale ressalta que apesar de suportar a instalação de novos componentes, esse tipo de máquina vem com placa-mãe de baixa qualidade e fonte muito fraca, o que vai forçá-lo a trocar diversos itens.

Veredito final

Após essa análise rápida, fica claro que um computador “pronto” custa menos do que um montado. Porém, a máquina personalizada oferece mais qualidade, facilidade para upgrade e, provavelmente, menos dores de cabeça. Assim, se você souber montar um PC e tiver uns trocados a mais, recomendamos que o faça, pois, como já dizia o ditado, muitas vezes, o barato pode sair caro.
Postagem tirado do Tecmundo.































quinta-feira, 5 de abril de 2012

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Profissão: Webdesigner

As páginas não seriam tão bonitas, ergonômicas e funcionais se não houvesse a influência de pessoas que estudaram meios para fazer da internet algo além de hiperlinks e botões. Conheça o webdesigner!
Se voltarmos dez anos no tempo só para analisarmos como um site de internet se parecia, encontraríamos algo bastante rudimentar em comparação ao que temos hoje. Interfaces constituídas por frames, hiperlinks mantidos em azul, botões e gifs animados - que atualmente renderiam motivos para não voltar mais àquela página. Entretanto, resumir a atuação do webdesigner a apenas deixar interfaces bonitas e saber trabalhar com softwares gráficos é eliminar uma série de estudos (indispensáveis) na formação de um bom profissional.
Entretanto, antes de chegarmos ao webdesign propriamente dito, é preciso saber que esta profissão é um dos braços do design aprendido nas faculdades. Por isso, é importante ter em mente que ser um bom designer pouco tem a ver com saber aplicar filtros de Photoshop com maestria, tampouco criar formas e layouts a esmo. Se você deseja trabalhar como webdesigner, precisa saber que a faculdade envolve três grandes áreas: o design gráfico, design de produto e design de moda.

O que é o webdesign?

Dessa maneira, pode-se encaixar o webdesign dentro do design gráfico, uma vez que trabalha com a criação de projetos e desenvolvimento de interfaces gráficas de acordo com um briefing passado pelo cliente. De maneira geral, o webdesigner deve estar preparado para criar projetos, layouts, banners e até mesmo alguns scripts e ajustes na estrutura do produto web no qual ele estiver trabalhando.O trabalho do webdesigner não se resume a criar apenas as interfaces. Muitos deles podem desenvolver aplicações web, afinal, muito do webdesign passa por linguagens de marcação e programação. Entretanto, é importante não confundir as atribuições desses profissionais com as dos desenvolvedores web. Os webdesigners têm como maior preocupação desenvolver uma interface sólida que garanta o perfeito entendimento do conteúdo e a qualidade de navegação. Os focos são bastante diferenciados, porém nada impede ambos de acumularem as funções.

Quais programas eles usam?

Para ser um bom webdesigner você precisa saber linguagens de marcação como HTML, XML, XHTML, linguagens de folhas de estilo (CSS, XSL), assim como algumas formas de script como JavaScript, PHP e ASP. Não é necessário saber as essências dessas linguagens, porém é bom tê-las bem trabalhadas para casos em que o projeto envolva fazer alterações estruturais em templates e outros usos. Já que haverá a necessidade de saber usar PHP e ASP, é importante saber como trabalhar com bancos de dados MySQL e PostgreSQL.Em termos de software, o webdesigner irá utilizar técnicas do design aplicadas em softwares como o Adobe Photoshop, Illustrator e Fireworks para gerar imagens; Adobe Dreamweaver para trabalhar com CSS e linguagens de marcação; e Corel Draw para trabalhar com imagens em vetor. Esses programas oferecem precisão e facilidade para a compreensão de ferramentas, filtros e controles que garantem um bom aproveitamento da técnica aprendida na faculdade. Contudo, existem alternativas gratuitas aos editores de imagem, como por exemplo o GIMP. Alguns sites exigem animações interativas; para isso, o Adobe Flash é uma das ferramentas chave!

Entretanto, ao contrário do que algumas pessoas podem pensar, o webdesigner é um dos profissionais que mais precisa estar atualizado. O mercado de trabalho para estes especialistas é abrangente e requer estudo das teorias de cores, formas, além de noções de fotografia, história da arte e até mesmo marketing. Afinal é preciso conhecer muito bem o público que irá acessar aquele site ou aplicativo para poder adequar o design para as características que agrada a eles.

Áreas de atuação

As áreas de atuação são bastante variadas. Basta que a empresa possua um setor de web para que esse profissional seja requisitado. Além disso, o webdesigner pode atuar como profissional autônomo ou freelancer, de modo que seus projetos serão independentes de uma empresa, porém dependem da vontade dos clientes. Dessa forma, o projeto de webdesign passa pelas seguintes etapas:Análise de contexto
Propósito
Análise de público
Adequação ao conteúdo
Compatibilidade e restrições (navegadores, fontes etc)
Todos esses pontos estão interligados de uma maneira bastante forte. Inicialmente é fundamental levantar todas as informações inerentes ao público-alvo e as diretrizes de comunicação que melhor o atendem. Em seguida é definida a estrutura do site e as tecnologias que serão empregadas para viabilizar o desenvolvimento do projeto. Um dos aspectos a ser considerado é que, por ser uma mídia em constante mudança, a web exige especial atenção no que se refere a resolução, navegadores e padrões de linguagem.
Segue-se então a etapa de criação da interface, montagem dos HTMLs, folhas de estilo e demais recursos, seguida pela fase da implementação do projeto e execução de testes. Assim, se você quer ser webdesigner, deve saber que é preciso trabalhar com um resumo daquilo que o projeto deverá conter. A partir daí, é preciso fazer uma série de análises, testes e estudos a respeito das cores utilizadas, fontes, formas e vários outros aspectos.

Essa dedicação se faz bastante necessária nos últimos tempos, afinal as convergências tecnológicas vêm exigindo uma flexibilidade tanto das linguagens de programação, quanto da interface que acompanha este sistema. Por isso, depois de ter analisado o mercado e observado que as palavras de ordem são flexibilidade, disposição e conhecimento é possível fazer quase qualquer tipo de trabalho para o qual você seja designado. De nada adianta pensar em plataformas e não aplicar formas de torná-las integradas e participativas.

Como está o mercado de trabalho?


Atualmente, o webdesigner deve saber atuar em meios bastante variados, afinal em pouco tempo a internet deixará de ser exclusividade de computadores. A entrada de smartphones no mercado fez com que o usuário tenha a web próxima a ele não importa onde esteja. Dessa mesma forma, o webdesigner deverá ser um profissional pronto para aprender novas linguagens e absorver novas tendências. Do contrário, o estilo e as criações ficam obsoletos, afastando este profissional do mercado. Por isso, a adaptação às várias mídias é praticamente a nova lei aos webdesigners.
Em termos de rotina de trabalho, a demanda depende bastante do lugar em que o webdesigner trabalha. Porém, o mercado tem sido ameaçado pelo que os designers chamam de “sobrinhos”. Esses “sobrinhos” nada mais são do que um usuário que até possui alguns conhecimentos de utilização de software e que começam a fazer sites para amigos e familiares. Mais tarde eles passam a fazer parte de uma parcela “não especializada”, que consegue roubar clientes dos designers profissionais por oferecerem um preço menor.

Contudo, a prática dos amadores fica em um nível em que o cliente também não exige um produto exatamente profissional. Mas ainda assim os “sobrinhos” são concorrentes. Porém, quando se trata de empregos em agências multidisciplinares - que abordam a comunicação de uma maneira completa com especialistas em web, rádio, televisão, redação e marketing - os webdesigners têm um bom momento para conseguir um lugar ao sol.
A média nacional de salários pagos a webdesigners fica em torno de R$ 1.100,00 para um webdesigner pleno. Os valores pagos a um profissional nível “master" pode chegar a R$ 1.417,00, de acordo com o Banco Nacional de Empregos. Contudo, dependendo do projeto a ser realizado, o profissional pode chegar a receber mais que o dobro desses valores, caso o cliente peça interfaces elaboradas e vários recursos. Por isso, sempre existe a alternativa de trabalhar de maneira independente, com projetos isolados.

Se você deseja se tornar um webdesigner, já tem algumas dicas de como atuar no mercado e, principalmente, a informação de que não basta apenas saber como operar os softwares. É preciso ter muito estudo e basear-se em fundamentos como cores, texturas, ponto e linha, coisa que os “sobrinhos” normalmente não têm. Por isso, se você quer se tornar um webdesigner, é importante ter a formação exigida.
Fique ligado para mais dicas sobre as profissões ligadas à internet e à tecnologia!


























Até a próxima!


terça-feira, 3 de abril de 2012

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Quem tem o melhor escritório: Facebook ou Google?


Saiba como é trabalhar em duas das maiores empresas de tecnologia do mundo e escolha qual delas é a sua preferida.

Trabalhar em uma grande empresa de tecnologia é um privilégio para poucos. Além do status de fazer parte de uma companhia que é admirada por muita gente, é preciso ter um ótimo preparo e ser realmente bom naquilo que faz, uma vez que as exigências também são grandes e tudo o que você desenvolve pode acabar se tornando uma referência na internet.
Ideal de vida para muitos, trabalhar em uma grande companhia pode representar, além de bons salários, uma série de benefícios e diferenciais que nenhum outro lugar oferece. As vantagens vão muito além de vale-refeição, vale-alimentação, plano odontológico ou plano de saúde. O ambiente de trabalho é também um diferencial e tanto, sempre visando oferecer ao funcionário a melhor infraestrutura possível.
Em se tratando de lugar dos sonhos para trabalhar, Google e Facebook disputam palmo a palmo a preferência do público. Mas qual delas é a mais aconchegante e oferece as melhores condições para os seus funcionários? Conheça um pouco mais de cada uma delas, confira as imagens na galeria e faça a sua escolha.

Facebook

(Fonte da imagem: Reprodução/ChilloutPoint)
Bicicletas para se locomover pelo escritório, além de uma decoração estilizada que faz com que qualquer funcionário pense no trabalho como uma extensão da sua casa, são apenas algumas das atrações do Facebook.
(Fonte da imagem: Reprodução/ChilloutPoint)
As áreas de lazer também são equipadas com o que há de melhor, para que ninguém se sinta desconfortável. Pick-ups para atacar de DJ, sofás e caixas acústicas por todos os lados fazem com que o happy hour comece ainda no horário de trabalho.
(Fonte da imagem: Reprodução/ChilloutPoint)
Salas sem nenhuma decoração definitivamente não fazem parte do dia a dia dos funcionários do Facebook. Sofás confortáveis permitem que não só os colaboradores mas também os visitantes possam desfrutar de um ambiente cômodo e aconchegante.
(Fonte da imagem: Reprodução/ChilloutPoint)
O momento criativo pode acontecer em qualquer lugar. Pequenas reuniões não precisam ter aquele caráter metódico, como você pode conferir nesta foto. Trabalhar sentado em colchonetes torna o bate-papo mais descontraído e, a partir disso, novas ideias surgem com menos pressão e de uma forma mais natural.

Google

(Fonte da imagem: Reprodução/ChilloutPoint)
Ideal de muitos escritórios da área de comunicação, a decoração interna do ambiente de trabalho da Google também é motivo de orgulho por parte dos seus funcionários e ideal de vida para aqueles que ainda estão começando na carreira.

(Fonte da imagem: Reprodução/ChilloutPoint)
Que tal relaxar em uma banheira, tendo à sua frente um aquário, entre uma reunião e outra? Essa é apenas uma das possibilidades que o trabalhador da Google tem. Assim como essa, há várias salas temáticas decoradas, apenas para os momentos de lazer e meditação.
(Fonte da imagem: Reprodução/ChilloutPoint)
Bateu aquela fome? Comida não é um problema durante o horário de trabalho. Todos os funcionários contam com refeitórios à sua disposição e não é preciso pagar pela comida. Além disso, durante todo o dia, lanches saborosos estão à disposição de quem trabalha por lá.
(Fonte da imagem: Reprodução/ChilloutPoint)
Fazer as suas anotações e conversar com diversas pessoas ao mesmo tempo não precisa ser aquela mesmice de sempre. Na sede da Google, caso o funcionário queira, pode dispor de uma sala exclusiva para agendar os seus compromissos, utilizando smartphones ou tablets para interagir com grandes painéis de anotações.
.....
Confira na galeria abaixo um pouco mais do dia a dia em cada uma das companhias. As 18 primeiras imagens são do Facebook e as seguintes são do escritório da Google. Em qual desses lugares você gostaria de trabalhar?

Galeria de Imagens

E como é trabalhar no Baixaki e no Tecmundo?O Baixaki e o Tecmundo são dois dos principais sites da empresa No Zebra Network. Localizada em Curitiba, a empresa conta com mais de uma centena de colaboradores para alimentar diariamente os leitores com as principais novidades do mundo tecnológico.
Redatores, revisores, programadores, coordenadores e gerentes contam também com uma infraestrutura diferenciada em seu local de trabalho. Máquinas de café, patinetes e até um fliperama estão entre as atrações das instalações do grupo na capital paranaense. Confira no vídeo acima um pouco de como é trabalhar no maior site de tecnologia do Brasil.

sexta-feira, 30 de março de 2012

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Google deve lançar loja virtual para tablets e modelo com Android "puro" por US$ 199



Informações são do jornal americano The Wall Street Journal.


A Google parece que não está satisfeita com as vendas dos tablets equipados com Android e pode estar planejando lançar no mercado diversos modelos com a marca da empresa, equipados com Android “puro” (sem modificações das fabricantes de hardware), desenvolvidos em parceria com empresas como Samsung, Motorola e LG.
E mais: a gigante da internet deverá lançar ainda esse ano uma loja virtual para vender tablets com Android, tanto os modificados pelas fabricantes de hardware quanto os futuros tablets com a marca da Google. A empresa planeja vender os portáteis em parceria com uma grande variedade de fabricantes.
As informações foram publicadas hoje na versão online do jornal americano The Wall Street Journal, através de uma matéria intitulada "Google Heightens Rivalry With iPad" (Google aumenta a rivalidade com o iPad, em tradução livre). A publicação cita fontes “familiarizadas com o assunto” para comprovar o conteúdo das informações.

Produtos com a marca Google





Essa não é a primeira vez que a empresa investe em produtos com a marca própria. Dois smartphones com Android “puro” já foram disponibilizados no mercado pela Google: o Nexus One, lançado em 2010 em parceria com a HTC, e o Galaxy Nexus (conhecido no Brasil como Galaxy X), lançado em 2011 juntamente com a Samsung.
Segundo as fontes do The Wall Street Journal, um tablet produzido pela Google em parceria com a Asus deverá ser lançado ainda esse ano. Apesar de receber o nome da Google, a empresa não fabricará os dispositivos. Os responsáveis pelo hardware serão as empresas colaboradoras, como a Samsung e a Asustek Computer.

Amazon e Apple na mira




O Google estaria trabalhando com especialistas de hardware da Asus e da Samsung e considera a possibilidade de subsidiar o preço de um dos dispositivos para alinhar seu valor ao Kindle Fire, o tablet da Amazon que está fazendo um grande sucesso nos Estados Unidos.
O Fire é vendido por US$ 199 nos EUA, e, segundo as fontes, é provável que a loja virtual do Google disponibilize para venda um “Tablet Nexus” pelo mesmo preço, equipado com o vindouro Android 5.0 Jelly Bean. Os detalhes do projeto ainda não estão claros, pois nada se sabe sobre quando a Google deverá lançar sua loja online.
De acordo com o The Wall Street Journal, com a venda de tablets sendo feita diretamente aos consumidores, a Google está aumentando as apostas contra a Apple, que domina o mercado há dois anos com o iPad, desde que o aparelho foi lançado.
Os tablets com Android feitos pela Samsung e outras empresas estão vendendo bem abaixo do esperado. A última pesquisa da Gartner indica que a Apple domina o segmento de tablets, com nada menos que 73% do mercado. E estamos falando de apenas um produto com iOS contra vários equipados com Android. É Google, a guerra ainda não está perdida, mas as batalhas serão duras.



-Tirado do Tecmundo

quarta-feira, 14 de março de 2012

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9 formas de usar o Linux para consertar o seu Windows [vídeo]

O que o sistema operacional livre pode fazer por aqueles que não são muito fãs dele.

  As distribuições Linux vêm, aos poucos, ganhando seu espaço nos computadores domésticos. Embora ainda haja muitas pessoas que não gostam da ideia de colocar um sistema operacional livre em sua máquina, muitas vezes ter um Live CD com alguma distro pode significar a salvação para seus arquivos ou mesmo para o Windows. Infelizmente, ninguém está livre de complicações no sistema operacional que utiliza. É muito comum encontrar pessoas que tiveram problemas com o SO, que, por sua vez, fizeram com o que a máquina não conseguisse mais iniciar. Embora o Windows tenha a opção para recuperar a instalação, nem sempre ela funciona como deveria, deixando você na mão e desesperado com a possibilidade de perder seus arquivos. É aí que o Linux pode fazer a diferença na sua vida.

A grande maioria das distribuições Linux (se não todas) pode ser executada diretamente do CD. Dessa forma, é possível utilizar o Ubuntu, por exemplo, para recuperar arquivos na sua partição Windows, resolver algum conflito de hardware ou mesmo alterar a senha-padrão do sistema. Ficou curioso para saber como tudo isso é possível? Então confira abaixo a lista de soluções que o Linux pode oferecer para você e também o passo a passo para resolver essas complicações.

Você vai precisar de...

Para a realização deste tutorial, a distribuição Linux escolhida foi a Ubuntu. Além de ser relativamente leve, a distro é uma das mais intuitivas e fáceis de instalar. Para executar os procedimentos descritos abaixo, é preciso baixar a imagem ISO do sistema operacional e gravá-la em uma mídia — para que o boot da máquina seja feito por meio do CD.

Mãos à obra


Clonar o HD

Suponha que você comprou um novo HD para o seu computador. Como você faria para transferir todos os arquivos e aplicativos instalados na máquina para o dispositivo recém-adquirido? Uma forma bem simples de fazer isso é clonando o disco rígido, passando o sistema operacional inteiro para a nova peça. Dessa forma, não é preciso se preocupar em instalar novamente o Windows e configurar todos os aplicativos. A ideia é bem simples, e o processo não é tão complicado quanto parece. Depois de fazer o boot do computador pelo Live CD do Ubuntu, abra o Terminal e digite o seguinte comando:



$ sudo fdisk –l

Isso fará com que a lista de partições e discos detectados pelo sistema operacional seja exibida. Normalmente, os itens da família sda fazem parte do disco rígido principal, enquanto os demais (sdb, sdc e assim por diante) são HDs externos, pendrives, discos secundários ou outros dispositivos de armazenamento.

Agora, você precisa identificar a partição que será copiada e em qual dispositivo ela deverá ser colocada. Como exemplo, faça de conta que os dados do /dev/sda serão clonados para o /dev/sdc. Para que isso aconteça, é preciso utilizar o comando abaixo.


$ sudo dd if=/dev/sda of=/dev/sdc

Se você executar novamente o comando “fdisk”, verá que os dois discos (sda e sdc) contam com o mesmo espaço ocupado. A cópia dos arquivos pode ser feita mesmo para dispositivos não formatados, pois o processo de clonagem se encarrega da tarefa de limpar o local para o qual as informações serão enviadas.

Recuperar partições


Apagar partições por engano é algo que acontece com certa assiduidade a pessoas que trabalham frequentemente formatando e arrumando computadores. Caso isso aconteça, não precisa ficar muito desesperado. Em alguns casos, é possível recuperar não só as partições, como também todos os dados que elas continham antes de serem varridas do disco. Para isso, você precisa instalar a ferramenta testdisk, que pode ser encontrada da Central de Programas do Ubuntu. Depois de instalar a aplicação, siga os passos abaixo.
1) Execute o comando:

$ sudo testdisk


2) Selecione a opção “No Log” e pressione a tecla “Enter”.

3) A próxima tarefa é selecionar o disco do qual você deseja recuperar as partições. Utilize as teclas direcionais para escolher o item e pressione “Enter” para dar continuidade ao processo.
4) Agora, é preciso selecionar o tipo de tabela de partição utilizada no disco. Na grande maioria dos casos (sistemas de arquivos ext2 ou 3, NTFS e FAT32), a opção correta é “Intel”. Novamente, pressione “Enter” para prosseguir.

5) Na tela seguinte, selecione a opção “Analyse” e aperte a tecla “Enter”.
6) O testdisk mostrará a lista de partições encontradas e, marcadas em verde, aquelas que ele é capaz de recuperar.

7) Para restaurar um dos itens mostrados na lista, é só selecioná-lo e pressionar “Enter”.
8) Uma vez que as partições tenham sido recuperadas, basta reiniciar o computador e acessá-las normalmente.
Existem outras duas aplicações muito parecidas com testdisk. São elas: foremost e scalpel. O princípio de funcionamento das três ferramentas é o mesmo. Vale lembrar que é preciso ter muito cuidado quando se está mexendo com partições, pois qualquer comando errado pode fazer com que todo o disco seja completamente apagado.











Fazer varreduras em busca de vírus


A busca por vírus e outras pragas no computador é uma das tarefas mais executadas utilizando o Live CD de uma distribuição Linux. Para que isso seja possível, você precisa instalar uma ferramenta da Avast no Live CD. Para isso, abra o Terminal e digite a sequência de comandos abaixo:

$ wget http://files.avast.com/files/linux/avast4workstation_1.3.0-2_i386.deb $ sudo dpkg -i avast4workstation_1.3.0-2_i386.deb


Ao executar o avast! pela primeira vez, a licença será solicitada. Para obter a chave de registro, clique sobre a opção “Click here to obtain license key”. Na janela que aparecer, selecione o navegador de sua preferência no menu dropdown mostrado, pressionando o botão “Ok” logo em seguida.


A página de registro é mostrada. Agora é só preencher os campos com as informações solicitadas, clicar em “Register free license” e aguardar até que a chave de registro seja enviada para o seu email.


Depois isso, é só rodar a aplicação e aguardar até que ela faça uma varredura completa do disco rígido. Caso haja algum vírus no HD, um alerta é emitido, e você pode escolher a ação a ser tomada pelo programa.


Encontrar problemas no Windows ou no hardware


Existem diversas maneiras de utilizar uma distribuição Linux para detectar problemas de hardware. A mais óbvia e simples delas é simplesmente rodando o Live CD. Se tudo funcionar normalmente, sem qualquer imprevisto, significa que o problema apresentado está no Windows, e não no hardware.
Além disso, você pode instalar várias aplicações para teste de RAM e disco rígido. Um bom exemplo é o programa memtest86+, que varre a memória do seu computador em busca de problemas. Além disso, há também o CPU burn, para testar processador e placa-mãe à procura de possíveis falhas.

Ambas as ferramentas citadas acima podem ser encontradas no repositório-padrão do Ubuntu e muitas outras distribuições Linux. Além disso, a Central de Programas oferece uma lista gigantesca de aplicaçãoes para diagnóstico e teste de hardware.


Recuperar dados de mídias danificadas


CDs e DVDs acabam estragando com o tempo. Dessa forma, se você possui uma mídia de backup muito antiga, é possível que não consiga acessar os dados que ela contém. Mas calma, o Ubuntu possui uma funcionalidade muito prática, que permite criar uma imagem ISO da mídia corrompida e, assim, recuperar os dados.

O primeiro passo é instalar o gddrescue por meio da Central de Programas do Ubuntu (ou pelo Synaptic). Feito isso, insira a mídia problemática no drive, abra o Terminal e navegue até o diretório no qual a imagem ISO será armazenada. Uma vez na pasta correta, digite o comando mostrado abaixo.


$ ddrescue –n –b 2048 /dev/cdrom

Substitua pelo nome da imagem ISO (não se esqueça de colocar a extensão no final). Em , escreva um título para o arquivo de log, seguido por “.log”. Ao final do processo, é possível que alguns erros sejam mostrados na tela.
Isso acontece porque o CD está corrompido, o que torna impossível o acesso a alguns arquivos. Mesmo que o procedimento não consiga recuperar 100% do conteúdo das mídias, documentos importantes ou fotos de uma viagem podem fazer com que a tentativa de restauração valha a pena.

Acessar e copiar arquivos no disco com problemas


Se o problema está apenas no boot do computador, é possível acessar e copiar qualquer arquivo presente no disco rígido. O processo é muito simples, e você não precisa digitar nenhum comando no Terminal.
Clicando em “Places” (Locais), acesse a partição correspondente àquela que possui o Windows instalado. Normalmente, as partes nas quais um disco rígido foi dividido são mostradas separademente e identificadas pelo seu tamanho. Caso seu computador rode apenas um sistema operacional, será mostrada apenas uma partição, com o tamanho total do HD como identificador.


Baixar drivers de rede



Se alguma coisa acontecer com os seus drivers de rede, não será possível acessar a internet para baixá-los novamente, certo? Por isso, o Live CD de uma distribuição Linux pode ser muito útil. Uma vez com o Ubuntu em execução, você só precisa abrir o navegador padrão do sistema e procurar pelo software da placa de rede.
Depois disso, é só copiar o arquivo baixado para um pendrive, reiniciar o computador no Windows e reinstalar os drivers. Dessa forma, você não precisa gastar dinheiro levando a máquina para um técnico arrumar, nem perder tempo indo até uma LAN house para ter acesso à internet e baixar o que precisa.

Limpar o disco de forma segura para vendê-lo


uando você faz uma formatação simples no disco rígido, ainda é possível recuperar os dados que estavam nele. Com as ferramentas certas, qualquer pessoa consegue reaver fotos, textos e documentos que eram armazenados no HD. Se você quiser vender o dispositivo para alguém, isso pode ser um problema.
No Ubuntu, existem duas formas de tornar a recuperação dos arquivos quase impossível. A primeira delas é usando o comando “shred”, que faz uma limpeza mais leve no HD. Esse método é indicado para quem não tem grandes segredos no disco rígido, mas também não deseja outras pessoas bisbilhotando sua vida particular.
A ferramenta wipe, por sua vez, faz uma limpeza mais pesada, e é indicado para o caso de HD de servidores ou de máquinas utilizadas em empresas. Abaixo você confere como utilizar cada um desses métodos.

Shred


O uso do “shred” é bem simples, mas ele só pode ser utilizado para “corromper” arquivos individualmente. No Terminal, navegue até o diretório no qual está o conteúdo que você deseja tornar irrecuperável. Agora, digite:

$ shred

Pronto, o documento que você queria deixar longe das garras de outras pessoas não pode mais ser recuperado tão facilmente.

O “shred” funciona sobrescrevendo o arquivo 25 vezes (por padrão). Porém, é possível fazer com que o comando faça essa tarefa mais vezes. Basta utilizar a seguinte instrução:


$ shred –remove –iterations=50 teste.txt


Troque o “50” pela quantidade de vezes que você deseja sobrescrever o documento.

Wipe


O funcionamento do wipe é um pouco diferente, pois ele trabalha com o disco inteiro, e não apenas arquivos. Antes de digitar qualquer comando no Terminal, é preciso localizar o aplicativo na lista do Ubuntu Software Center e instalá-lo.
Feito isso, você pode começar a limpeza. Para ter certeza que você irá apagar o HD correto, utilize o comando “fdisk –l” para listar os dispositivos de armazenamento presentes no computador. Localize o disco desejado e memorize a label dele, que normalmente tem a estrutura “/dev/sdXX”.

Agora sim você pode utilizar o wipe. Para iniciar o processo, digite o seguinte comando no Terminal:


$ sudo wipe

Substitua pelo caminho memorizado anteriormente. Uma mensagem perguntando se você deseja mesmo executar o comando será mostrada. Digite “Yes” e pressione a tecla “Enter” para prosseguir.
Pode ser que o processo demore bastante, tudo vai depender do tamanho do disco. Vale lembrar que as tarefas executadas pelo wipe não têm retorno. Ou seja, uma vez executado o comando, não há mais como reaver o conteúdo do disco.

Mudar ou recuperar a senha do Windows


Para resetar ou recuperar a senha do Windows, é preciso utilizar a aplicação chntpw, a qual pode ser instalada a partir do Synaptic ou da Central de Programas do Ubuntu. Antes de começar a execução do aplicativo, é preciso montar a partição que contém o Windows. Isso pode ser feito com um simples clique sobre o drive que contém o SO da Microsoft (acessível no menu “Places”).
Ao fazer isso, o “nome” correto do dispositivo será mostrado na Barra de título da janela. Anote essa informação com cuidado, pois ela é imprescindível para o correto funcionamento dos comandos a seguir.

Agora, abra o Terminal do Ubuntu e navegue até a pasta /media. Utilize o comando “ls”, a fim de verificar se a partição que contém o Windows foi, de fato, montada pelo sistema. Agora, faça uso do comando “cd” para acessar o drive com o sistema operacional da Microsoft instalado.

Uma vez que você tenha acessado o drive, digite a seguinte sequência de instruções:

$ cd WINDOWS/system32/config/ $ sudo chntpw SAM

SAM é o arquivo que contém o registro do Windows. Digitando o comando acima, alguns dados serão mostrados na tela, incluindo uma lista com todos os nomes de usuário do sistema. Rolando o conteúdo para baixo, é possível ver um pequeno menu, identificado por “User Edit Menu”, o qual traz opções para você apagar e editar a senha ou alterar permissões das contas.
No caso da senha, o mais recomendado é apagá-la e adicionar outra depois que você acessar o Windows novamente. Para fazer isso, pressione a tecla “1”, para selecionar a opção, e logo em seguida a “y”, para confirmar sua escolha.
Pronto! Agora é só reiniciar o computador, esperar o Windows carregar e adicionar novas senhas de acesso, se assim desejar.

Vale falar...


Se você quiser alterar a senha de um usuário específico apenas, o segundo comando mostrado acima fica um pouco diferente.

$ sudo chntpw –u SAM

Em , você deve inserir o nome da conta que deseja editar.

Um pouco mais prático


Em vez de instalar todas as ferramentas sempre que for preciso, você pode criar sua própria versão do Ubuntu, com todos os aplicativos citados ao longo deste artigo. Existe um serviço chamado Reconstructor, que permite às pessoas “comuns” criar seus discos de Linux personalizado sem precisar enconstar em uma linha de código.

Embora seja longo, o processo para a criação do seu próprio Live CD é bem simples e todo feito por meio de uma interface gráfica. Assim, você só precisa clicar nas opções e configurações desejadas. Um jeito bem mais prático de criar um disco de socorro para as situações de emergência que podem aparecer.


Retirado do site Tecmundo, e Postado por Anderson

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

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Os 4 ataques hackers mais comuns da web


O começo de 2012 está sendo marcado pela forte presença de um grupo de pessoas que difunde uma ideia de liberdade e se autodenomina Anonymous. Esses indivíduos, também conhecidos como hackers, estão utilizando ataques virtuais para demonstrar seus ideais e objetivos. Mas os ataques hacker não são uma novidade. Tal movimento existe desde quando a internet foi criada e pode ser feito das mais diferentes formas. Para ajudar você a entender melhor como tudo isso funciona, nós do Tecmundo fizemos uma lista dos principais conceitos deste mundo.


O que leva uma pessoa a se tornar um hacker?

Ataques hacker são considerados ilegais e uma ofensa a qualquer empresa ou governo que tenha sido vitimado. Não só isso: o próprio governo dos Estados Unidos já considera que as ameaças virtuais estão andando a passos largos para se tornar mais perigosas que o próprio terrorismo.



(Fonte da imagem: rafayhackingarticles) Mas com relação aos tipos de envolvidos, há os hackers “do bem” e os “do mal”. Entenda abaixo as diferenças: White Hat Hackers (Hackers de chapéu branco): esses são os mocinhos. Fazem parte do grupo de profissionais da área de segurança, que se especializam em teste de vulnerabilidades e penetração, para garantir que os dados do seu contratante estejam realmente seguros. Eles precisam ter experiência em invasão justamente para saber as melhores maneiras de se proteger dela. Black Hat Hackers (Hackers de chapéu preto): também são conhecidos como os vilões. Normalmente, ao nos referirmos a eles, usamos somente o termo hacker. Nesse grupo estão todos aqueles que quebram redes e computadores em busca de informações, criam vírus, malwares e praticam qualquer outra forma de ação que possa se tornar prejudicial a alguém. Script Kiddies: esse é um termo perjorativo, que os próprios hackers utilizam, para se referir àquelas pessoas que usam programas e procedimentos já existentes para tentar se tornar famosos no meio. É o que pode ser considerado como “amador”. Hacktivists: é nesse grupo que o Anonymous se encaixa. Os ativistas são normalmente motivados por ideologias políticas ou religiosas e normalmente buscam revelar ao mundo os problemas existentes nessas áreas. Vingança também é um forte motivador dos hacktivists. State Sponsored Hackers (Hackers patrocinados pelo Estado): claro que a atividade hacker é importante também no mundo militar. Portanto, é comum os governos contratarem pessoas com tal experiência tanto para executarem ataques contra outros países quanto para trabalhar em suas próprias defesas. Afinal, a informação é o novo petróleo da humanidade, e quem controlá-la possui vantagens. Spy Hackers: da mesma forma que os governos, empresas privadas também contratam hackers para, normalmente, infiltrarem-se na concorrência e, assim, poder roubar segredos industriais. Hacktivists podem fazer parte desse grupo, mas aqui o objetivo é unicamente o dinheiro. Cyber Terrorists: esse conceito é muito parecido com os terroristas da forma que conhecemos. Também com motivações politicas ou religiosas, essas pessoas tem como objetivo simplesmente instaurar o caos por toda a internet.

Mas, afinal, como eles agem?

O ataque DDoS é um dos tipos de ameaça que se tornou famoso nos últimos meses justamente por ter sido o tipo de ataque mais executado pelo Anonymous para derrubar diversos sites pelo mundo. Mas, além dele, existem outros tipos que você vai conhecer abaixo: DDoS ATTACK Um Distributed Denial-of-Service ATTACK é uma maneira relativamente simples de derrubar algum service. O objetivo aqui é unicamente o de tornar uma página ou processo indisponível para o usuário final.

(Fonte da imagem: StrongVPN) Para efetuar o processo, os hackers precisam criar uma rede zumbi (BotNet), que inclui uma infinidade de computadores infectados de maneira que eles possam ser controlados por um host “mestre”. Quando o hacker escolhe o alvo, ele envia o IP para o mestre, que se encarrega de distribuí-lo por toda a rede zumbi. Essa rede pode incluir milhares de computadores que são responsáveis por sobrecarregar o alvo até que ele se torne indisponível. Por ter múltiplas fontes, o rastreamento e bloqueio desse tipo de ataque é bastante complicado. Port Scanning Attack Essa é uma técnica bastante utilizada para encontrar fraquezas em um determinado servidor. Embora, casualmente, ela seja utilizada justamente pelos responsáveis pela segurança para encontrar vulnerabilidades no sistema, esses ataques normalmente estão relacionados ao uso de softwares maliciosos para que as brechas possam ser exploradas. Port Scanning Attack consiste em enviar uma mensagem para uma porta e esperar por uma resposta. O dado que for recebido, então, vai indicar ao hacker se aquela porta está disponível ou não, o que vai ajudá-lo a encontrar a melhor maneira de invadir tal servidor. Cavalos de Troia, vírus e outros malwares Esses programas são normalmente desenvolvidos pelos hackers com o único objetivo de gerar destruição do alvo. Os vírus e worms normalmente se aderem a um sistema de forma que possam inviabilizar o uso de uma máquina ou de uma rede como um todo, e são normalmente disseminados por email ou ficam escondidos dentro de aplicações de interesse do usuário.


(Fonte da imagem: pontodeofertas) Os Cavalos de Troia são parecidos, pois infectam o computador da mesma forma, mas normalmente não são responsáveis por criar defeitos no sistema. Na verdade, eles normalmente oferecem ao hacker o acesso ao computador vitimado, passando diversos tipos de informações. Ataques de Força Bruta Essa é a maneira mais famosa que existe para se quebrar senhas. Consiste em tentar todas as combinações possíveis até que o password seja encontrado. Porém, com o crescimento do tamanho das senhas, as combinações possíveis aumentam exponencialmente e, com isso, também aumenta o tempo necessário para serem decifradas. Um exemplo de ataque de força bruta a um FTP pode, por exemplo, gerar um log parecido com o código abaixo, que demonstra uma série de tentativas de conexão provenientes de um mesmo IP:

                                                        (Fonte da imagem: intrometendo)
Mas será que minha página, rede ou computador está vulnerável?
A resposta, claramente, é sim. Mesmo que você utilize todos os sistemas de segurança possíveis, é inevitável que haja ao menos uma brecha que possa ser explorada. O que pode ser feito é tomar todos os cuidados devidos para que as chances de um ataque de sucesso sejam consideravelmente reduzidas. Claro que problemas assim não são novidade, e o uso de um bom antivírus pode normalmente sanar todos os riscos do seu computador pessoal. Mas com a evolução da internet e, principalmente, do compartilhamento de informações e arquivos através da nuvem, as ameaças estão tomando uma perspectiva completamente nova.


Comumente, vemos notícias de empresas que tiveram seu banco de dados “roubados” por hackers. E se nesse banco de dados constar o seu cadastro? Isso provavelmente não será um problema, pois dados mais importantes, principalmente relacionados ao número do seu cartão, normalmente possuem uma criptografia fortíssima. Mas vamos a um exemplo prático: digamos que a base de dados de emails do Mercado Livre tenha sido roubada. Em um primeiro momento, pode parecer que não é grande coisa. Entretanto, com os emails dos clientes, o hacker pode enviar uma mensagem se passando pelo Mercado Livre pedindo para que você envie outros dados (o famoso phishing). Considerando que o email chegou na caixa que você normalmente recebe todos os emails da empresa, identificar que ele é falso vai se tornar muito mais difícil. Portanto, a melhor maneira de se proteger é, ainda, agindo com parcimônia e cuidado. Na internet, muitas vezes as coisas não são o que aparentam ser, e a atenção é sempre uma maneira importante e bastante eficaz de evitar problemas mais sérios.


quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

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6 recordes curiosos de 2011

6 recordes curiosos de 2011


Conheça alguns dos novos recordistas que marcaram seu nome na história neste ano.



Todos os anos, centenas de recordes são quebrados e, a cada dia, surgem novas formas de competição. Em 2011 não foi diferente e alguns fatos interessantes acabaram se tornando dignos de nota. O Tecmundo separou alguns recordes curiosos quebrados neste ano, vale conferir.
Maior número de tweets por segundo


                                                        (Fonte da imagem: Divulgação)

 A exibição da animação “Castelo Animado” em uma rede de televisão japonesa é o assunto mais comentado da história do Twitter. O fato rendeu nada menos do que 25.088 tweets por segundo, mais que o dobro do assunto que liderava anteriormente.
Menor anúncio do mundo


                                                     (Fonte da imagem: DesignTaxi)

 A Gilette entrou para o Guinness Book ao realizar o menor anúncio publicitário do mundo. Escrito sobre um fio de cabelo, a publicidade mede 100 microns e foi criada por cientistas em um microscópio eletrônico.
Menor sushi do mundo


                                                   (Fonte da imagem: DesignTaxi)

Um sushi menor do que a sua unha. Nascido com o um projeto de arte em Singapura, o recorde pertence a Dave Seah, Hwee Chong Chan e Jody Yeoh. Para pegá-los é preciso utilizar uma pinça.
Fotografia mais cara do mundo


                                                   (Fonte da imagem: DesignTaxi)

Uma foto tirada em 1999 pelo alemão Andreas Gursky foi vendida neste ano por US$ 4 milhões. Absurdamente simples, não há como explicar qual é a razão que faz com ela custe tudo isso. Você saberia dizer?
Maior estrutura de madeira do mundo


                                                  (Fonte da imagem: DesignTaxi)

Desenhada pelo grupo J. Mayer H. Architects, a instalação de 18 mil metros quadrados está localizada na Plaza de la Encarnacion, em Sevilla, na Espanha e levou seis anos para ser construída.
Maior pintura 3D do mundo


                                                   (Fonte da imagem: DesignTaxi)

Uma intervenção publicitária instalada em uma rua de Londres entrou para para o Guinness Book como o painel 3D mais largo já produzido. A peça foi concebida pela dupla de artistas Joe & Max, sob encomenda da Reebok.

POSTADO POR ANDERSON SILVA.
TIRADO DO SITE TECMUNDO
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