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terça-feira, 21 de junho de 2011

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Conheça o Lion, a evolução do Mac OS X

Nova versão do SO da Apple trará mais de 250 novos recursos e estará disponível no mês de julho por US$ 29,99.


 
(Fonte da imagem: MacRumors)

A Apple acaba de apresentar na tarde desta segunda-feira (6) a nova versão do Mac OS X. O CEO da empresa, Steve Jobs, subiu ao palco do WWDC 2011 para falar sobre os números da empresa nos últimos meses e, também, revelar ao público as novas funcionalidades do Mac OS X Lion.
Segundo a Apple, o Mac OS X Lion estará disponível para os usuários já no mês de julho e terá distribuição exclusiva pela App Store. A atualização terá 4 GB e o preço de upgrade é de US$ 29,99. A licença é válida para mais de um Mac, ou seja, se você tem mais de um computador com sistema da Maçã em sua casa, pode comemorar.

Mac OS em alta

(Fonte da imagem: Apple)

O vice-presidente de produtos da companhia, Philip Schiller, foi incumbido da tarefa de falar sobre as novidades do sistema. Segundo ele, atualmente já são mais de 54 milhões de usuários de Mac no mundo, apresentando um crescimento de 28% em relação ao ano passado, enquanto o número de usuários de PC diminuiu em 1%.
Para esta nova versão do sistema serão nada menos do que 250 novos recursos, desde ferramentas mais simples e pouco perceptíveis até modificações mais drásticas. Segundo o executivo, a empresa aprendeu muito com o iOS e pretende ampliar sua experiência para outros produtos.
“Esta é a melhor versão do Mac Os X já lançada, pois além de inovar na utilização da interface multitouch, o sistema passa a suportar a utilização de aplicativos em tela cheia, e a ferramenta Mission Control possibilita acesso instantâneo a tudo que está rodando no Mac”, explica Schiller.

1) Multitouch Gestures


(Fonte da imagem: Apple)
A experiência de usuário obtida com o iOS deve ser ampliada no novo Mac Os X Lion. Assim, a aplicação de gestos multitouch, em funções como arrastar e encolher, foi aprimorada, permitindo que as barras de rolagem possam ser eliminadas de uma vez por todas do sistema.

2) Fullscreen

Para os usuários de notebooks, a novidade é um recurso que permite a visualização dos aplicativos em tela cheia e, com um simples gesto, será possível retornar à visualização padrão. Um terceiro recurso pretende unificar o Exposé e o Spaces, deixando a interface mais limpa e a experiência de usuários muito mais próxima à do iPad. Ao deslizar dois dedos sobre a tela, por exemplo, o usuário pode voltar à página anterior do navegador.

3) Photo Booth

(Fonte da imagem: Apple)

Podendo ser utilizado em tela cheia e com suporte para zoom dinâmico por gestos, o Photo Booth agora passa a contar com um sistema de reconhecimento facial e possibilita ajustes automáticos de imagem, como aumentar ou diminuir os olhos.

4) Mission Control

Graças a um sistema conhecido como Mission Control, ativado quando três dedos são deslizados para baixo, é possível controlar com muita facilidade diversas telas abertas simultaneamente no computador. Ao “apagar” um espaço que não está em uso, ele é, automaticamente, enviado para o Mission Control.

5) Mac App Store

Tendo se tornado a principal vendedora de programas para Mac, ultrapassando inclusive suas principais concorrentes de varejo, a Mac App Store ganha mais espaço na nova versão do sistema operacional e agora vem embutida no Lion.
O sucesso da integração foi tamanho que, em apenas 20 dias, os desenvolvedores do programa Pixelmator, por exemplo, conseguiram faturar 1 milhão de dólares. As notificações de Push, assim como as In-app purchases, serão liberadas também para computadores.

6) Launch Pad e Restore

(Fonte da imagem: Apple)

Outra novidade é uma espécie de central de lançamento para os apps, o que realmente aproxima o sistema operacional Lion do visual e do funcionamento do iOS. Com ícones e aplicativos dispostos na tela, podem ser montadas pastas para agrupá-los e, mesmo quando o sistema é reiniciado, os programas podem ser retomados do ponto em que forma parados.
Na prática, isso pode significar o fim da perda de trabalhos por conta de quedas de luz ou desligamentos inesperados. Basta um clique para reverter o documento. O salvamento é automático, de forma que as chances de perder alguma coisa se tornam remotas.

7) Auto Save

Todas as cópias são salvas em versões. Ao procurar a mais recente, o sistema automaticamente compara os dados e apresenta para o usuário a versão mais completa possível entre eles. O controle das versões é feito numa interface similar à da Time Machine, o que faz com que os documentos ocupem menos espaço no disco rígido.

8) Air Drop e Mail

(Fonte da imagem: Apple)

Por meio de conexões peer-2-peer, os usuários de Mac poderão trocar dados de um computador para outro, bastando para isso arrastar os arquivos até a janela do Air Drop. Tudo o que o destinatário precisa fazer é confirmar o recebimento.
Quem também ganhou novidades foi o cliente de emails da Apple. Com novo design e orientação em colunas, o sistema agora conta com barra de favoritos, separação de mensagens e busca por sugestões, uma espécie de autocompletar similar ao utilizado nos mecanismos de busca.
Mensagens trocadas também são separadas em visualização de conversas, e a busca leva em consideração não apenas títulos e usuários, mas também o conteúdo das mensagens. Na visualização de conversas, o conteúdo não necessário é cortado e pode ser aberto com apenas um clique.

E os desenvolvedores?

Segundo informações de Philip Schiller, para os desenvolvedores que migrarem do Windows para a plataforma da Apple atualmente já existem mais de 3 mil APIs. Alguns dos recursos demonstrados, inclusive, poderão ser adicionados no desenvolvimento de programas externos, o que amplia as possibilidades tanto para os usuários quanto para a empresa.

domingo, 12 de junho de 2011

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As diferenças dos sistemas operacionais [vídeo]

Windows, Mac ou Linux? Confira as principais diferenças entre os sistemas operacionais mais famosos entre os brasileiros.





 

o primeiro computador é algo muito divertido e descobrir cada pedacinho do sistema operacional é uma tarefa muito interessante. Não há dúvidas de que a curiosidade é o maior instrutor nos primeiros momentos da “vida computacional”, mas há quem diga que determinados sistemas são impossíveis sem ajuda.

Pode-se dizer que alguns anos atrás essa informação era verdadeira, mas hoje até mesmo o Linux apresenta interface gráfica e facilidade para o aprendizado. Estamos falando do Ubuntu, umas das distribuições mais conhecidas e elogiadas do mundo dos softwares livres. A central de softwares eliminou a necessidade das compilações e, assim, tornou possível que iniciantes também utilizassem o Linux.

Outro sistema muito reconhecido é o Mac OS X, da Apple. Pouco difundido no Brasil, há muitas facilidades oferecidas pelo sistema, incluindo as várias funções gráficas e os modos rápidos de instalação por “arrastar e soltar”. Ele também é bastante recomendado para quem utiliza softwares de edição gráfica. Ainda neste ano será lançada a versão Mac OS X Lion.

Mas não há como dizer que o Windows não é o sistema número 1 dos brasileiros. O mais recomendado para gamers está no coração dos usuários desde os anos 90, quando a informática começou a se espalhar pelo Brasil. O Windows Vista sofreu muita rejeição, mas o Windows 7 foi lançado para recuperar a fama da Microsoft.

Preparamos o vídeo que ilustra esse artigo para mostrar as diferenças básicas entre cada um dos principais sistemas operacionais do Brasil. A melhor forma de descobrir qual é o que se adapta melhor ao seu estilo é experimentando todos eles. Você já sabe qual é o seu sistema?


Postado por Anderson

quinta-feira, 9 de junho de 2011

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Dicas do IE9: como apagar dados salvos pelo preenchimento automáticDicas-do-ie9-como-apagar-dados-salvos-pelo-preenchimento-automatico.

Aprenda a se livrar das informações que se acumulam nessa ferramenta.

Não há dúvidas de que a função de preenchimento automático é uma das ferramentas mais úteis de qualquer navegador, pois muitas vezes queremos pesquisar por informações que já procuramos antes, mas já não lembramos qual foi a palavra-chave utilizada.
O problema começa quando a lista fica abarrotada de termos que você não pretende usar nunca mais, além de frases com erros de ortografia. As consequências podem ser ainda piores, uma vez que outros podem ter acesso a dados pessoais ainda mais importantes, como nomes de login, endereço, números de conta e diversas outras informações sigilosas.
Por isso, o Baixaki preparou um pequeno passo a passo, explicando como apagar tudo o que está guardado nos campos de texto de seu Internet Explorer 9, para que você não precise se preocupar mais com pessoas indevidas tendo acesso às suas informações privadas.

Mas o que é esse preenchimento automático?

Se você está se fazendo essa pergunta, aqui vai uma explicação: a ferramenta de preenchimento automático é aquela lista que é mostrada pelo seu navegador em todos os campos em que você deve entrar com informações de texto.
Para ter acesso aos dados da ferramenta, você pode tanto digitar o início da palavra-chave desejada, recebendo a informação filtrada, quanto clicar duas vezes sobre a caixa de texto, para que seja mostrada uma relação completa.

Fazendo a limpeza

Já com o Internet Explorer 9 aberto, você deve acessar Ferramentas>Segurança> Excluir Histórico de Navegação... ou apenas pressione Ctrl+Shift+Del para que uma janela seja aberta. Nela, selecione a opção “Dados de formulário”.
Você também pode aproveitar e limpar outras informações do navegador, o que é uma boa ideia se você está seguindo esse tutorial para que seu computador torne-se mais seguro. Após escolher todos os dados a serem apagados, clique no botão “Excluir” para que sua tarefa esteja completa.
Agora é só esperar pelo aviso de que o navegador terminou a limpeza e voltar aos seus afazeres normais! Apenas lembre-se de fazer isso periodicamente para evitar que as informações voltem a acumular.

terça-feira, 24 de maio de 2011

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Coisas que você precisa saber para comprar um bom notebook em 2011

Pensando em adquirir um novo notebook? Então fique ligado nas nossas dicas para comprar um modelo com as tecnologias mais duradouras.


Possuir eletrônicos com as mais recentes tecnologias não é para qualquer um. Em se tratando de informática, é ainda mais difícil, afinal, é preciso ter muito dinheiro para bancar as atualizações constantes de hardware. Felizmente, quando o assunto é notebook, não é necessário realizar muitas modificações.
Apesar disso, muitos consumidores adotam o costume de trocar de laptop uma vez por ano. E é nesse momento que surge a dúvida crucial: afinal, qual modelo devo adquirir? Em 2011, essa decisão ficou um pouco mais complicada, pois surgiram diversos novos processadores e tecnologias.

Pensando nisso, o Tecmundo optou por elaborar este artigo para informar sobre quais configurações devem ser observados na hora de comprar um notebook. Entretanto, antes de começarmos, devemos salientar algo bem importante.
O melhor notebook não é necessariamente o mais caro, pois tudo depende do que é melhor para você. Portanto, não fique se preocupando em seguir todas as nossas dicas, aproveite algumas como base e pesquise muito antes de comprar.

Processador: apostando certo


Como sempre, o primeiro item a ser definido em uma nova máquina é o processador. E como já é de praxe, volta a velha novela: AMD ou Intel? Bom, como estamos falando de CPUs para notebooks, o foco nem sempre é o desempenho, por isso, tudo depende.
Recentemente as duas fabricantes lançaram novos modelos de processadores, o que torna as escolhas um pouco mais complicadas. Ambas possuem CPUs voltadas para quem busca desempenho, modelos para economia de energia e até processadores com chip gráfico integrado.

Intel Core de segunda geração

Basicamente vamos dar destaque a duas linhas de processadores que valem a pena. Se você for optar por Intel, procure adquirir um notebook com CPU Intel Core de segunda geração. Não importa se você necessita de um i3, i5 ou i7. O essencial é observar se o notebook realmente conta com um modelo da nova linha da Intel.
Já se você vai optar por um notebook com AMD, talvez seja uma boa ideia decidir-se por um modelo com os novos processadores AMD Fusion (veja abaixo quais modelos compõem essa linha).
Poucas marcas fornecem computadores com essas CPUs, mas existem notebooks de qualidade com esse tipo de chip, o qual é muito econômico. Se você gosta de AMD ou se vai tentar mudar de rumo com a rival da Intel, talvez alguns notebooks da Sony possam satisfazer suas necessidades.
  • Processadores AMD Fusion da linha Zacate: E-240 / E-300 / E-350 / E-450

AMD Fusion


Memória DDR3


Ao optar por um computador com um dos processadores citados acima, já fica evidente que a memória instalada será do tipo DDR3. Todavia, se você atentar para os mínimos detalhes, não basta que a memória seja do padrão DDR3, mas também é crucial que a velocidade dela seja compatível com o desempenho que você almeja.
Caso você não vá comprar um notebook com um processador muito recente, deve optar por um laptop com memórias DDR2 de alta velocidade. Para o padrão DDR3 é interessante utilizar memórias que operem a 1.333 MHz; já para os módulos DDR2 a velocidade de 800 MHz é a mais comum.

Portas USB 3.0 são bem-vindas


A evolução não ficou apenas nos itens internos dos computadores. Os dispositivos externos também evoluíram e com isso apareceu o padrão USB 3.0. Acontece que encontrar um notebook com portas USB de terceira geração não é fácil. Aliás, até se encontra, porém o difícil mesmo é pagar o valor cobrado por computadores que tragam conexões com a especificação.
USB 3.0
Caso o modelo que você escolha ainda não traga portas USB 3.0, verifique se ele traz um mínimo de portas 2.0. Alguns modelos trazem apenas duas conexões USB 2.0, o que pode ser considerado muito pouco. O ideal é optar por um notebook com três ou quatro espaços para conectar dispositivos USB 2.0.

O HD ainda prevalece


O armazenamento dos notebooks teve evoluções de um ano para cá. Os drives SSD já são oferecidos em tamanhos maiores e estão deixando os HDs para trás no quesito velocidade. Entretanto, com grandes vantagens vem um grande preço. Sendo assim, a menos que você tenha dinheiro sobrando, a opção mais viável (e mais do que excelente) continua sendo os discos rígidos.
Não podemos sugerir um tamanho específico de HD, afinal, tudo depende do quanto de espaço você precisa. A maioria dos notebooks está vindo com modelos de 320 GB ou 500 GB, tamanhos mais do que suficientes para armazenar muitos vídeos em alta definição e prontos para guardar os jogos mais recentes.

Notebook VAIO VPC-YB15AB Rosa (Fonte da imagem: Divulgação/Sonystyle)
Outra boa ideia é observar a quantidade de rotações por minuto do HD. Existem modelos de 5.400 RPM e 7.200 RPM, sendo que cada um possui suas vantagens. Os discos rígidos de 7200 RPM tendem a serem mais velozes, todavia, aquecem mais e são mais propensos a erros. Já os de 5.400 RPM perdem no quesito velocidade, mas garantem a segurança dos dados com baixas temperaturas.

Placa de vídeo razoável é interessante


Comprar um notebook com placa de vídeo dedicada custa caro, o que força os brasileiros a adquirirem modelos com placas gráficas integradas. Em geral, o desempenho das placas onboard é suficiente para a maioria das atividades multimídia e inclusive é aceitável para executar alguns games com gráficos de baixa qualidade.
Acontece que tudo está evoluindo e você não pode ficar para trás. Portanto, escolher um notebook com uma placa de vídeo razoável é uma boa tática para não ter de trocar de computador tão cedo. Como sempre, não podemos indicar outras marcas além de AMD e NVIDIA. As duas principais fabricantes de chips gráficos ainda continuam gerando os melhores resultados em notebooks.
Notebook VAIO VPC-EE47FB (Fonte da imagem: Divulgação/Sonystyle)
Claro, se você não encontrar um computador com Radeon ou GeForce, uma Intel HD Graphics deve ser suficiente para assistir a filmes em Blu-ray e realizar algumas outras atividades. Em se tratando de placa gráfica, vale o mesmo conselho: procure optar por um notebook com placa de vídeo de última geração. Por exemplo: se for um PC com AMD Radeon, então que seja um que traga um modelo da série 6000.

Conectividade de última geração


Pode parecer besteira, porém não podemos deixar de frisar a importância de optar por um laptop compatível com as redes 802.11n. E mais, não basta ser compatível com o padrão 802.11n Draft: o modelo escolhido deve ser compatível com o protocolo final. Essa especificação é importante, pois cada vez mais redes estão adotando o novo padrão e, claro, seu notebook não pode ficar de fora das redes wireless.
Comprar um notebook compatível com Bluetooth também não é má ideia. Mesmo que você não tenha um smartphone ou outro dispositivo que utilize essa tecnologia, ter o recurso em seu PC é uma ótima vantagem, pois no futuro você provavelmente vai adquirir um produto compatível com esse modo de transmissão de dados. Vale salientar que o Bluetooth já está na versão 3.0, portanto, busque um computador equipado com o padrão mais recente.

Blu-ray é o futuro


Estamos chegando ao fim de nossas dicas, mas claro que não poderíamos esquecer-nos de falar sobre o leitor ótico. Ainda que os gravadores de DVD sejam perfeitos para a maioria das atividades, você deve ter em mente que um computador com uma CPU recente deve contar com o que há de melhor.
Notebook VAIO VPC-F135FB (Fonte da imagem: Divulgação/Sonystyle)
Assim, nada mais óbvio do que comprar um laptop com Blu-ray. Você não concorda? Bom, vamos explicar o porquê dessa recomendação. Primeiro que os filmes em Blu-ray já trazem conteúdo em alta definição, o que significa que você vai poder desfrutar de todo o poder de processamento do computador. E para melhorar, os discos Blu-ray estão cada vez mais baratos, o que significa que em breve os DVDs devem ser abandonados.

Não se esqueça de alguns detalhes importantes!


Muito bem, depois de tanta tecnologia, você pode ter ficado confuso e não ter a mínima noção de qual notebook vai escolher. Pois bem, como citamos no início deste artigo, é importante você adquirir um modelo que agrade as suas expectativas, mas também é primordial pensar no bolso.
Além disso, de nada vale adquirir o notebook mais potente do mercado, sendo que a bateria dele dura apenas uma hora. Com processadores econômicos, como o AMD Fusion, é possível conseguir usar o notebook por mais de cinco horas tranquilamente.
Na hora de comprar, também é importante estar atento quanto às conexões do notebook. Usuários que vão usar um monitor externo devem buscar um computador com DisplayPort ou HDMI. Já quem vai apenas usar o PC para exibir vídeos na tela de LCD (Plasma ou LED) não pode deixar de escolher um modelo com HDMI (não precisa ser o padrão 1.4, apesar de que notebooks com essa característica são mais interessantes).
Notebook VAIO VPC-SB15GB (Fonte da imagem: Divulgação/Sonystyle)
E por falar em vídeos, vale lembrar a importância em adquirir um notebook com tela de alta definição. Nem citamos a questão da tela ser do tipo LCD com iluminação de LED, pois todos os novos notebooks vêm com esse tipo de display, todavia, ter um PC que execute vídeos em 720p ou até 1080p é mais do que imprescindível.


quinta-feira, 19 de maio de 2011

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Baixar torrent dá cadeia?

Ação gigantesca movida contra usuários do BitTorrent aquece a discussão sobre direitos autorais na internet. Confira o que pode ou não ser considerado crime.

Quem baixou Os Mercenários ilegalmente pode pagar multa de até US$ 150 mil!
Fonte da imagem: The Expendables

Pelo menos 23 mil usuários que baixaram o filme “Os Mercenários” pela internet poderão ser processados em breve. A ação, movida pelo US Copyright Group, já é considerada como o maior caso de medida antipirataria dos Estados Unidos. Expedida por um juiz federal, a intimação judicial exige que os provedores de internet descubram a identidade daqueles que baixaram, ilegalmente, o blockbuster de 2010, que conta com a presença de Sylvester Stallone, Jet Li e outros astros famosos por cenas de luta e ação.
Mas essa é apenas uma das muitas ações que estão surgindo contra usuários dos serviços de compartilhamento de arquivos. No total, mais de 140 mil pessoas que usam o BitTorrent estão sendo processadas em todos os Estados Unidos, muitas delas por terem baixado filmes  pornográficos ou de baixo orçamento.

De byte em byte, o arquivo chega fácil!

O BitTorrent é um protocolo de compartilhamento de arquivos desenvolvido com o propósito de facilitar a distribuição de grandes quantidades de dados. O diferencial da tecnologia se deve ao fato de que, em vez de baixar arquivos de uma única fonte, o BitTorrent permite que os usuários façam o download do mesmo arquivo a partir de muitas fontes ao mesmo tempo. Isso faz com que o protocolo seja uma ótima alternativa para quem tem conexões instáveis ou com pouca largura de banda.

BitTorrent fornece maneira mais apropriada para compartilhar arquivos grandes.

Quem quiser distribuir algo via torrent precisa, primeiro, criar um arquivo que descreve o compartilhamento. É por meio desse arquivo que os usuários poderão baixar o conteúdo compartilhado pelo “dono” do torrent.
Durante a transferência, o arquivo que está sendo distribuído é dividido em pequenas partes e, assim que um usuário completa a transferência dessas partes, ele também começa a fornecê-las para quem ainda não as possui. Além disso, cada parte é protegida por um hash que atesta a sua autenticidade, evitando assim que alguém possa enviar, facilmente, arquivos adulterados com códigos maliciosos para outros usuários.
Esse método faz com que a transferência fique cada vez mais rápida e confiável à medida que novos usuários completam o download. Isso também possibilita que o distribuidor original do conteúdo economize recursos de hardware e de rede, além, é claro, de tornar a disponibilidade dos dados mais persistente, fazendo com que eles continuem disponíveis, mesmo que alguns usuários estejam offline.

É ilegal usar BitTorrent?

Não há nada de errado em usar o protocolo BitTorrent. Na verdade, muitas empresas ou grupos de desenvolvedores chegam a compartilhar seus produtos por meio dessa tecnologia.
Um bom exemplo de uso são as distribuições Linux, que compartilham imagens de seus sistemas de maneira distribuída, aliviando, assim, o uso dos recursos dos servidores. Quem se aventura em World of Warcraft também já deve ter percebido que os patches para o game são distribuídos via torrent.
Além desses, podemos citar o governo do Reino Unido, que usa o BitTorrent para distribuir aos cidadãos os detalhes sobre como foi gasto o dinheiro recolhido por meio de impostos. E, acreditem se quiser, há gravadoras que vendem CDs entregues via torrent, como é o caso da Adamant Records.

O problema está no conteúdo

Ilegal é baixar arquivo protegido por direitos autorais.

A confusão começa quando o usuário compartilha material protegido por direitos autorais, como filmes, músicas, programas de computador, seriados de televisão e outros. Ao baixar esse tipo de arquivo, sem autorização, a pessoa está infringindo as leis.
Há quem argumente que baixar os arquivos para uso pessoal, sem o intuito de obter lucros, é uma atividade legal. Mas isso é mentira. Baixar ou compartilhar esse tipo de conteúdo por torrent ou por qualquer outro meio é considerado violação de direitos autorais.
Teoricamente, só deveríamos baixar via torrent os arquivos que temos permissão de copiar. E essa permissão, obviamente, deve ser dada pelo detentor dos direitos da obra.

Posso ser preso baixando filmes via torrent?

Uma pessoa pode ser presa por baixar arquivos ilegais!

O site da Associação Antipirataria Cinema e Música (AACM), instituição com sede em São Paulo e que luta contra a falsificação na indústria fonográfica e cinematográfica, afirma que sim. De acordo com o órgão, baixar, sem permissão, vídeos com direitos autorais protegidos, assim como produzir ou vender DVDs piratas, são atividades classificadas como crime pela lei brasileira.
A pirataria é considerada crime de acordo com o nosso Código Penal, Artigo 184, que trata da violação dos direitos do autor. A pena para o infrator pode ser uma multa ou, então, a detenção durante o período de três meses a um ano.
Portanto, levando em conta a nossa legislação, podemos dizer que sim, existe a possibilidade de o usuário que baixa e compartilha filmes ou episódios de séries de televisão na internet possa ir para a cadeia. E, dependendo do caso, o crime de pirataria ainda pode ser associado ao de formação de quadrilha ou bando, tornando a pena ainda maior para o infrator.

Ações contra usuários de torrent

Tem aumentado o número de ações contra o download não autorizado de conteúdo protegido por direitos autorais. Normalmente, essas ações têm o objetivo de tirar do ar sites que indexam arquivos de torrent ou que disponibilizam arquivos ilegais para download. Afinal, remover sites inteiros é muito mais eficaz do que processar cada um dos usuários que baixa o arquivo.
No caso do BitTorrent, há um fator que muitas vezes é levado em consideração: o arquivo torrent não possui o filme propriamente dito. Ele apenas faz uma referência aos locais onde o filme está hospedado. Então, se por um lado a defesa pode alegar que o cliente não está hospedando o conteúdo ilegal em si, a acusação também pode dizer que os arquivos do tipo torrent são uma facilitação ao crime da pirataria.

Cuidado! Os processos contra os

Na prática, é muito provável que a justiça considere o indexador de torrents como distribuidor de arquivos ilegais. Já tivemos casos de sites brasileiros que linkavam arquivos hospedados em serviços como o Mediafire, por exemplo, e que foram retirados do ar.
Vale a pena lembrar que a própria Google removeu do Orkut a comunidade “Discografias Completas” que, em tese, apenas linkava os arquivos compartilhados. E se a Google não quis comprar uma briga dessas, é muito provável que uma empresa menor também não queira.
Nos EUA, ações como essa que está sendo movida contra os usuários que baixaram o filme “Mercenários” não são muito bem vistas por alguns advogados. O caso é que as pessoas intimadas pelo processo podem pagar uma multa de US$ 3 mil para evitarem o julgamento, que poderia resultar em um prejuízo de até US$ 150 mil no bolso do processado.
Isso pode ser visto como uma forma prática e pouco custosa de arrecadar uma grande quantia de dinheiro. Se 10 mil dos 23 mil usuários resolvessem pagar essa multa inicial, o US Copyright Group arrecadaria 30 milhões de dólares. Nada mal se levarmos em consideração o fato de que essa seria apenas parte da receita obtida pelo filme. Resta torcer para que a onda de processos não chegue ao Brasil.

...

Atualmente, existem inúmeros clientes de torrent para os principais sistemas operacionais do mercado. No Tecmundo, você encontra até mesmo uma comparação entre os melhores softwares do gênero. Para saber mais sobre o uso desse protocolo, não deixe de consultar a nossa Bíblia sobre o assunto.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

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Mito ou verdade: HD também precisa de cooler?

Discos rígidos também são componentes que esquentam, mas será que um HD pode estragar por excesso de calor?






O bom e velho HD (hard drive, ou disco rígido) é um dos componentes que fazem parte dos computadores pessoais desde que foram inventados. E não por acaso, já que ainda é o meio de armazenamento de dados com maior custo-benefício.

E como todos os outros componentes ativos, HDs também produzem calor durante o funcionamento, sendo que esta temperatura varia conforme a carga de trabalho. Mas será que devemos mesmo utilizar coolers para tentar evitar este aquecimento?
Por que esquentam?

O desempenho e a capacidade dos HDs mudaram muito desde que foram inseridos no mercado de PCs, no início dos anos 80, mas a arquitetura continua a mesma: milhões de clusters magnéticos dispostos sobre discos de metais. O processo de ler/gravar bits é feito por cabeças de gravação que alteram a polaridade de cada um dos clusters, tudo controlado por circuitos lógicos.

Um disco rígido possui muitas partes mecânicas que se movimentam, além dos discos que estão sempre girando a velocidades próximas de 7200rpm na maioria dos HDs comuns. Toda esta movimentação é a principal causa do calor gerado, além da placa lógica que também esquenta durante o funcionamento.

Os fabricantes determinam que a temperatura segura de funcionamento de HDs fica entre 35 e 50 graus Celsius. É possível medir a temperatura de seus discos rígidos usando softwares como o HDD Temperature, ou mesmo apontando um termômetro diretamente para o hardware.
Dissipando o calor

Se seu HD estiver funcionando normalmente e bem parafusado ao gabinete, apenas o contato físico com a estrutura metálica pode ser o suficiente para dissipar o calor, permitindo que seu disco rígido trabalhe em temperaturas próximas do mínimo recomendado (35° C).

Mas não é só com o HD que devemos nos preocupar. Mesmo que esteja dentro do recomendado, o calor gerado pelo disco rígido contribui para o aquecimento do computador como um todo, deixando a temperatura no interior do gabinete indesejavelmente maior. Neste caso, o uso de outros meios para arrefecer a máquina podem ser bem-vindos, mas com alguns detalhes.

Cooler ativo




(Fonte da imagem: SunbeamTech)

Coolers com ventoinhas projetados especialmente para HDs podem ser facilmente encontrados em lojas de informática, com preços que variam entre R$ 10,00 até R$150,00. Estes componentes são fixados diretamente na parte inferior do disco rígido e podem baixar a temperatura em até 10°.

Porém, este tipo de solução traz alguns malefícios. O primeiro é o excesso de umidade direcionado à placa lógica, já que as ventoinhas fazem o ar circular diretamente abaixo do HD, contribuindo com a corrosão. Isso é ainda mais problemático em cidades litorâneas.

O segundo se dá pelo fato de que discos rígidos são extremamente sensíveis a vibrações, e podem ser danificados por ventoinhas que vibram em excesso (principalmente as mais baratas). Além disso, mais ventiladores em seu gabinete significa mais ruído.

Cooler frontal do gabinete




(Fonte da imagem: DVhardware)

Uma forma prática e eficiente de esfriar o disco rígido é usando uma ventoinha instalada na parte frontal do gabinete. Em computadores bem projetados, esse fan (ventilador) não transmite vibrações pela máquina.

Além disso, o mesmo cooler pode resfriar mais de um HD ao mesmo tempo sem soprar ar diretamente na placa lógica. Vale lembrar também que coolers de gabinete produzem menos ruído, já que são maiores e de baixa rotação.

Cooler passivo




(Fonte da imagem: Overclock3D)

Assim como o cooler ativo, este componente é instalado diretamente no HD com o objetivo de resfria-lo, mas sem fazer o uso de nenhuma ventoinha. O arrefecimento fica por conta de dissipadores de metal presos diretamente na carcaça do hardware.

O desempenho destes coolers é tão bom quanto o daqueles que usam ventiladores, são silenciosos e não precisam ser alimentados pela fonte. Em contrapartida, dissipadores passivos são grandes, obrigando que o HD esteja instalado na baia destinada ao CD-ROM, além de serem mais caros.
Conclusão

Em circunstâncias normais, em que seu disco rígido esteja bem preso ao gabinete e funcionando normalmente, não se faz necessário o uso de qualquer solução para a temperatura do HD, já que esta não chega a ser um problema.

Agora, caso queira diminuir a temperatura de seu gabinete como um todo e aumentar a vida útil de seu hardware, instalar coolers adicionais pode sim ser uma boa ideia. O método a ser usado depende do quanto queira gastar e da disponibilidade de espaço em seu gabinete.

Se for mesmo fazer o uso de coolers, prefira os sem ventiladores (passivos), já que são silenciosos, e principalmente, não oferecem riscos aos seus dados. Caso queira gastar menos, a ventoinha frontal do gabinete é a segunda melhor opção. Use coolers ativos instalados no HD somente em último caso.

terça-feira, 10 de maio de 2011

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Os maiores ataques hackers da história

Reunimos alguns dos principais ataques da história, que provam o estrago que o acesso a informações sigilosas pode ocasionar.





Nas últimas semanas, quem acompanha as notícias sobre tecnologia viu o termo hacker ganhar destaque nas manchetes. O ataque aos servidores da PlayStation Network e do Sony Online Entertainment causou preocupação aos jogadores, mostrando que a companhia responsável não estava muito bem preparada para lidar com eventos do tipo.
Outra notícia recente é a invasão aos servidores do LastPass, que pode ter comprometido os dados pessoais de uma grande quantidade de usuários. A preocupação, neste caso, é ainda maior do que no caso da PSN, já que o serviço é responsável por concentrar os dados de acesso usados em serviços como emails, jogos e redes sociais.
Apesar de preocupantes, esses ataques são pequenos comparados a outras ações perpetuadas por outros hackers durante a história. O ponto comum das ações, que incluem roubo de códigos militares e divulgação de números de cartões de crédito, é que todos causaram grandes prejuízos financeiros, mesmo que de forma indireta.

Ataque à Gawker Media (Fonte da imagem: Gawker Media)

Uma das principais redes de blogs do mundo, e serviço responsável por hospedar alguns dos veículos online mais respeitados do mundo, a Gawker Media sofreu um duro ataque em dezembro de 2010. As informações de login e emails pessoais de milhões de usuários foram comprometidas, gerando preocupação em todos que possuíam contas em serviços populares com o Wordpress.
O ataque serviu para mostrar as brechas de segurança no sistema usado pela Gawker Media para armazenar as senhas dos usuários. Como muitas das informações roubadas também são usadas para fazer o login em redes sociais e no Twitter, não demorou para que os invasores começassem a usar esses meios como forma de espalhar mensagens de spam.
A empresa não divulgou o número de contas afetadas, se limitando a recomendar que todos os usuários trocassem as senhas. Porém, a invasão foi bem sucedida ao revelar a fragilidade do sistema de proteção utilizado, mostrando que nem mesmo os grandes sites da internet estão imunes a ataques simples.

Código explosivo


 (Fonte da imagem: Governo dos Estados Unidos)Em 1982, um ataque perpetuado pela CIA mostrou o estrago físico que um simples código de comando corrupto pode fazer. Hackers da agência do governo norte-americano conseguiram fazer com que o sistema de controle de um gasoduto soviético enlouquecesse e começasse a operar de forma estranha.
O resultado, segundo um membro da força aérea que participou da operação, foi uma das explosões mais impressionantes já vistas do espaço - tudo isso sem que nenhuma arma fosse disparada. Com o número cada vez maior de sistemas controlados exclusivamente pelo computador, a cada dia que passa, ataques do tipo têm um potencial destrutivo cada vez maior.

Invasão da RSA Security

Em março de 2011, as companhias de segurança Symantec e Kaspersky reportaram diversas tentativas de invasão aos seus bancos de dados. Porém, o grande afetado pela onda de ataques criminosos foi a RSA Security, que teve diversos de seus dados roubados por hackers não identificados.
A situação é especialmente preocupante quando se leva em conta que a empresa é a responsável pelo desenvolvimento de ferramentas que prometem blindar milhares de sistemas contra invasões. Se nem mesmo as companhias que dispõe da última palavra em segurança estão protegidas, quais as esperanças que um usuário comum pode ter contra a ação dos criminosos virtuais?

A maior praga da internet

Um simples teste para determinar o tamanho da internet realizado em 1988 fez com que Robert Tappan Morris gravasse seu nome na história como o criador de uma das maiores pragas virtuais existentes. O worm criado pelo então estudante da Universidade Cornell saiu de controle e infectou milhares de computadores, que em pouco tempo deixavam de funcionar corretamente.

Como resultado, várias empresas reportaram perdas na casa dos milhões de dólares. Além disso, o governo norte-americano foi forçado a criar um plano de contingencia para futuros ataques do tipo, ação que ficou conhecida como CERT.
As ações de Morris renderam ao estudante uma multa de US$ 10 mil e a obrigatoriedade de cumprir 400 horas de serviço comunitário. Atualmente, o código fonte do worm está armazenado em um disquete exibido em destaque no Museu de Ciência de Boston.

Zumbis chineses

A pior consequência de um ataque de hackers não é o prejuízo financeiro causado, mas sim os códigos aparentemente inocentes que são deixados para trás. Uma declaração feita em 2007 pelo ex-oficial de segurança da informação do governo norte-americano, Paul Strassman, apontava a existência de cerca de 750 milmáquinas zumbis somente na China.


O número de máquinas infectadas cresce a cada ano, se aproveitando da falta de conhecimento de usuários que não tomam as medidas de seguranças necessárias para proteger seus dados pessoais.
Esses computadores são perigosos, pois podem ser usados como armas para sobrecarregar sites e outras máquinas com o envio intenso de dados conhecidos como DDoS. Além disso, os zumbis são armas perfeitas para o envio de mensagens indesejadas por email.

O maior ladrão da história

Albert Gonzales (Fonte da imagem: Governo dos Estados Unidos)Entre 2005 e 2007, o hacker Albert Gonzalez conseguiu roubar os dados de mais de 45 milhões de números de cartões de crédito e débito acumulados pela loja de departamento TJ Maxx & Marshalls. Durante a sua carreira, que durou até a captura pela polícia em 2008, o criminoso conseguiu acumular informações confidenciais de mais de 170 milhões de pessoas.
Em 2010, o hacker foi condenado a cumprir 40 anos de prisão devido a suas ações. Como é padrão nesse tipo de caso, não foram revelados os números do prejuízo causado pelo roubo das informações. Porém, a festa de aniversário promovida pelo hacker, no qual foram gastos US$ 75 mil, dá uma boa ideia do prejuízo.

Risco permanente

Embora existam hackers cujas ações de invasão tenham o objetivo de fortalecer redes de segurança e avisar administradores sobre problemas com servidores, a maioria dos grupos especialistas em acessar dados confidenciais não trabalha de forma tão nobre.
Qualquer pessoa que participa de forma ativa da internet corre o risco de sofrer a ação de criminosos, mesmo que de maneira indireta. Para se proteger, ainda valem as antigas regras: evite usar a mesma senha em diferentes serviços, escolha sempre códigos complexos e desconfie de qualquer conteúdo suspeito.

sábado, 30 de abril de 2011

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Como funciona a fibra ótica [infográfico]

Infográfico - Como funciona a fibra ótica [infográfico]


Você sabe como funciona o sistema que oferece conexões muito superiores às conhecidas hoje? Acompanhe este artigo e entenda o funcionamento da fibra ótica.

Transmissão de dados e voz em longas distâncias com pouca perda de sinal e
qualidade, tudo isso com altíssimas velocidades. Já pensou nas maravilhas que isso permitiria? Apostamos que você deve estar pensando: baixar programas e músicas ficaria muito mais rápido e o tempo de espera por downloads seria reduzido ao mínimo.

E é exatamente isso que aconteceria, se todas as empresas de internet banda larga disponibilizassem a tecnologia da fibra ótica para os usuários. Logicamente a mudança de tecnologia demanda grandes quantias de dinheiro, por isso é difícil que tenhamos a fibra ótica em todas redes domésticas pelos próximos anos.

No Brasil, apenas algumas universidades e institutos públicos possuem este tipo de conexão. Em 2011, algumas residências devem passar a contar com o modo de transmissão de alta velocidade da fibra ótica – pelo menos é o que está prometendo uma das maiores empresas de telecomunicações do país.

Mas você sabe como funcionam os cabos de fibra ótica? Acompanhe este artigo que o Tecmundo preparou para você e descubra como ocorre a transmissão de dados e voz por meio dos cabos de fibra ótica. Aproveite também para entender o quão importante eles podem ser em nossas vidas.

Transformando dados em luz

A fibra ótica não envia dados da mesma maneira que os cabos convencionais. Para garantir mais velocidade, todo o sinal é transformado em luz, com o auxílio de conversores integrados aos transmissores. Há dois modos de converter os dados: por laser e por LED (respectivamente: fibras monomodo e multimodo.
Ambas serão explicadas mais adiante).
 
(Fonte da imagem: Wikimedia Commons / BigRiz)
Sem essa conversão, os dados enviados e recebidos não poderiam desfrutar das
mesmas larguras de banda. Nesse momento, surge a necessidade dos cabos de fibra ótica, pois são eles que permitem a velocidade e a qualidade superiores às oferecidas pelos tradicionais cabos de cobre. O motivo disso nós vamos explicar mais à frente neste artigo.

Cabos de fibra ótica

Você imagina como é um cabo de fibra ótica por dentro? Ele não é construído
apenas com a fibra de vidro e o revestimento plástico, há várias camadas que fazem parte da estrutura essencial dele. Vamos agora explicar um pouco mais sobre cada uma das camadas que compõe a fibra ótica.

Proteção plástica

Como todo cabo, a fibra ótica também precisa de proteção externa, para evitar
que o desgaste natural ou as situações anômalas do tempo representem interferências no sistema. Geralmente, essa camada de proteção é composta por plásticos, tornando a aparência dos cabos de fibra ótica muito similar à apresentada por cabos de rede, por exemplo.

Fibra de fortalecimento

Logo abaixo da camada plástica, existe uma fibra de fortalecimento, bastante
parecida com a que existe em cabos coaxiais de transmissão de sinal de televisão. Você sabe qual a função dela? Proteger a fibra de vidro de quebras que podem acontecer em situações de torção do cabo ou impactos no transporte.
Se a camada de fortalecimento não existisse, qualquer movimento brusco que atingisse os cabos de fibra ótica resultaria em quebra da fibra principal e, consequentemente, na perda total do sinal transmitido.

Revestimento interno

Também chamado de “Coating”, o revestimento interno tem função similar à das fibras de fortalecimento. É ele que isola todos os impactos externos e também evita que a luz natural atinja as fibras de vidro internas, o que poderia resultar em interferências muito fortes em qualquer que seja o sinal.

Camada de refração

Nas duas camadas mais internas, ocorre a parte mais importante do processo de transmissão de luz. Cobrindo o filete de fibra de vidro, a camada de refração (ou “Cadding”) é responsável pela propagação de todos os feixes, evitando que existam perdas no decorrer dos trajetos. Em um sistema perfeito, essa camada garantiria 100% de reaproveitamento dos sinais luminosos.

Núcleo

Também chamado de “Core”. Em suma, é onde realmente ocorre a transmissão dos pulsos de luz. Construído em vidro, é por ele que a luz viaja em suas longas distâncias. No próximo tópico mostraremos os dois tipos de fibras de vidro que podem ser utilizados nos cabos.
Muita velocidade

Multimodo e monomodo

Os dois nomes que abrem este tópico representam os dois principais modelos de fibras óticas existentes atualmente. Eles são diferenciados em vários aspectos, desde o custo de produção até as melhores possibilidades de aplicação. Qual deles será mais recomendado para a construção de redes de internet?

Monomodo

Como o nome já diz, as fibras monomodo só podem atender a um sinal por vez. Ou seja, uma única fonte de luz (na maior parte das vezes, laser) envia as informações por enormes distâncias. As fibras monomodo apresentam menos dispersão, por isso pode haver distâncias muito grandes entre retransmissores.
Teoricamente, até 80 quilômetros podem separar dois transmissores, mas na prática eles são um pouco mais próximos. Outra vantagem das fibras desse tipo é a largura da banda oferecida, que garante velocidades maiores na troca de informações.

Multimodo

Fibras multimodo garantem a emissão de vários sinais ao mesmo tempo (geralmente utilizam LEDs para a emissão). Esse tipo de fibra é mais recomendado para transmissões de curtas distâncias, pois garante apenas 300 metros de transmissões sem perdas. Elas são mais recomendadas para redes domésticas porque são muito mais baratas.

Isso sim é velocidade

Você já viu que a fibra ótica garante velocidades muito maiores do que as oferecidas pelos fios de cobre comuns, mas ainda não viu os números exatos. Hoje, uma conexão banda larga de alta velocidade é oferecida com cerca de 10 Mbps, o que permite downloads a quase 1,25 MB/s.
Os padrões de testes da fibra ótica apontam para velocidades de 10 Gbps, o que resulta em downloads de 1.280 MB/s. É um aumento considerável, que pode ser extremamente importante para quem gosta de jogar games online ou baixar muitos arquivos pela internet.
(Fonte da imagem: Wikimedia Commons / Hustvedt)
Vale dizer que as conexões de 10 Gbps são muito potentes e devem custar muito caro, por isso são mais recomendadas para grandes empresas e universidades, locais em que a banda precisa ser muito dividida. Outra possibilidade é a instalação de padrões de fibra ótica em condomínios, que podem redividir a conexão para vários computadores.

Saudades do cobre: fibra ótica também tem defeitos

Não existe nenhuma tecnologia perfeita, por isso precisamos apresentar também as desvantagens dos cabos de fibra ótica. A principal delas é relacionada aos custos, tanto de produção quanto de implementação dos novos sistemas de transmissão.
Produzir cabos de fibra ótica envolve processos muito complexos e caros, o que exige uma demanda muito grande de usuários dispostos a pagar um pouco mais pelos recursos oferecidos pela tecnologia. Além disso, para alimentar grandes cidades seriam necessários muitos retransmissores, e há relatos de perdas grandes de sinal em retransmissores divisores.
Outros problemas estão ligados diretamente à fragilidade das fibras de vidro. Como ainda não existe uma padronização no sistema, há muitos cabos que são vendidos sem o encapsulamento protetor adequado. Isso gera instabilidade para os cabos e pode resultar em quebras dos filetes de transmissão.

Tecnologia do futuro?

Será que a fibra ótica está realmente distante da realidade? Aos poucos, algumas empresas de televisão a cabo e internet estão oferecendo pacotes que contam com os recursos da tecnologia para seus assinantes. Os preços ainda são bem altos, mas com o passar do tempo é provável que baixem consideravelmente.
Outro desafio é encontrar formas de retransmitir os sinais sem que seja necessário dispender muitos recursos, mas as vantagens oferecidas realmente impulsionam os pesquisadores. A fibra ótica garante uma largura de banda muito maior do que o cobre, ocupando menos espaço físico e com matéria-prima (sílica) muito mais abundante.
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Você está disposto a pagar um pouco a mais para ter fibra ótica na sua casa? Ou acha que ainda não vale a pena gastar dinheiro em uma tecnologia mais moderna? Deixe um comentário para nos dizer o que pensa a respeito da fibra ótica.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

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O que tem dentro do seu computador? [infográfico]

Simplificamos as coisas. Descubra o que é cada componente dentro do gabinete e conheça as respectivas funcionalidades.
 
Utilizar computadores tornou-se uma tarefa corriqueira e muito divertida. Enquanto o PC está estável e apresentando bons resultados, ficamos muito contentes. Porém, quando um problema aparece, a preocupação toma conta. E só de pensar que o defeito pode ser nas peças do computador, já bate um desespero.
Muitos usuários pensam em nunca abrir o computador. Alguns têm medo de encontrar um mundo novo. Outros simplesmente preferem não mexer para evitar quaisquer problemas. Seja como for, conhecer a parte física da sua máquina pode ser importante. Para os curiosos pode ser até interessante, afinal, são diversos componentes eletrônicos que fazem uma mágica para você acessar a web e realizar outras tarefas.
O artigo de hoje é dedicado a todos que nunca abriram um gabinete e, também, para os usuários que desejam relembrar algumas informações importantes sobre hardware. Agora que você já visualizou nosso infográfico, vamos às explicações prolongadas.

Gabinete

Pode parecer esquisito abordar o gabinete como parte do hardware. Contudo, esse componente é essencial para comportar os demais itens. Além de armazenar as placas, discos e demais peças, o gabinete possibilita a organização dos cabos e serve como um local para resfriamento do hardware.
Gabinete
Normalmente o gabinete é fabricado com metais de alta resistência mecânica, ou seja, um material bem duro para evitar danos às peças que estão no interior. Todavia, existem modelos com acabamento em acrílico, plástico e outros materiais.
Um erro recorrente, e inclusive normal, é chamar o gabinete de CPU. Na realidade, ele armazena a CPU, mas está longe de ser uma. É preciso sempre ter em mente que o gabinete não tem qualquer função eletrônica, enquanto o processador (CPU) é um item “pensante”.

Placa-mãe

A placa-mãe só não é o principal componente do computador porque não é ela quem executa os programas. Todavia ela é a peça que une todos os demais itens de hardware, o que a torna essencial para o funcionamento da máquina.
Quando você abre o gabinete, não é possível visualizar a placa-mãe por completo, porque ela está oculta embaixo de outros componentes. Como você pode ver na imagem acima, as placas-mãe possuem um formato retangular e uma enormidade de pequenas peças visíveis a olho nu.
A placa-mãe
A placa-mãe possui espaços próprios para encaixar o processador, os módulos de memória, placas extras e diversos cabos. Além disso, ela conta com furos próprios para que, com o uso de parafusos, seja possível fixá-la ao gabinete.
Por ocupar grande espaço, fica quase impossível não notar que seu PC possui uma placa-mãe. Ela possui alguns componentes que chamam a atenção, como é o caso do chipset (um item metálico com formato quadrado que fica próximo dos locais para encaixe de placas extras) e dos conectores que ficam visíveis na parte traseira do gabinete.

Processador

O processador é o item mais importante da máquina. A maioria dos computadores nem sequer liga sem a presença de uma Unidade Central de Processamento (Central Process Unit ou CPU). Uma CPU possui formato retangular e possui milhões de pequenas peças minúsculas.
Em um primeiro instante, você não conseguirá visualizar o processador dentro do gabinete. Ele fica embaixo do dissipador e do cooler. O dissipador é um componente metálico de tamanho avantajado que, como o próprio nome diz, serve para dissipar o calor. Já o cooler é a ventoinha que fica em cima do dissipador e que tem como função retirar o ar quente da CPU.
Dissipador e Cooler
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons - Autor: Mike Babcock)
A CPU se comunica com os demais componentes de hardware através das ligações na placa-mãe. Para poder executar os programas e jogos, o processador deve receber dados da memória RAM, trocar informações com o chipset e enviar ordens para outros componentes.
Embaixo do processador há diversos pinos metálicos, os quais fazem a ligação com a placa-mãe. A quantidade de pinos varia conforme o modelo da CPU. Cada fabricante opta por um padrão diferente, até porque a arquitetura interna dos processadores exige mudanças na parte externa.
Pinos do processador
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons - Autor: Mike Babcock)

Memória RAM

A memória RAM não é, necessariamente, apenas um item. Em muitos computadores ela pode ser composta por dois, três ou mais módulos. Muitas pessoas têm o costume de usar a palavra “pente” para se referir ao módulo, isso ocorre porque, de certa forma, o formato lembra um pouco.
Módulos de memória RAM
As memórias RAM são retangulares e têm a largura bem maior do que a altura. Elas são instaladas na placa-mãe e ficam próximas do processador. Os dados que ficam armazenados nela são temporários e essenciais para que a CPU acesse os processos em execução com alta velocidade.

HD

HD é a abreviatura para Hard Disk. Essa palavra significa disco rígido, nome comumente utilizado para fazer referência ao componente que armazena as pastas e arquivos. É no HD que fica instalado o sistema operacional, os programas e os jogos.
Além disso, o disco rígido guarda os vídeos, as músicas e as imagens do usuário.  Diferente da memória RAM, o disco rígido não armazena os dados temporariamente. Todas as informações presentes no HD ficam nele até que o usuário dê uma ordem para exclui-las.
HD
Fisicamente falando, o HD é um componente de formato retangular. Ele é pesado e possui em seu interior discos de metal, os quais mantêm os dados gravados. O HD é um dos poucos componentes mecânicos do computador, o que limita sua vida útil e faz com que ele consuma mais energia.
Nos computadores mais recentes, os HDs estão sendo substituídos por SSDs. Esses novos drives armazenam os dados em chips eletrônicos, detalhe que possibilita maior velocidade para leitura e gravação dos dados. Os SSDs ainda não possuem tanta capacidade de armazenamento como os HDs, no entanto, estão em constante evolução e devem substituir os discos rígidos dentro de alguns anos.

Slots PCI

Como citado anteriormente, as placas-mãe possuem espaços para a instalação de placas complementares. Tais espaços são conhecidos como slots. Atualmente existem dois padrões de slots: o PCI e o PCI-Express. O padrão PCI é o mais antigo e possibilita que o usuário instale placas de rede, de som, de modem, de captura e muitas outras.
Slots PCI
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons - Autor: Smial)
Antigamente existiam placas de vídeo para o padrão PCI, porém com a evolução do padrão, essas placas pararam de ser fabricadas para esse tipo de slot. As atuais placas-mãe possuem poucos slots PCI, justamente porque os componentes com esse tipo de encaixe estão saindo de linha.
O slot PCI é mais lento que o PCI-Express, entretanto, a velocidade de transmissão de dados e de operação nesse slot é suficiente para quase todas as placas suportadas. Apesar disso, o abandono desse padrão será inevitável, pois o PCI-Express suporta os mesmos tipos de placa e oferece alta velocidade.

Slots PCI-Express

O PCI-Express é um tipo de slot mais recente, que vem para substituir o PCI. Ele possui muitas diferenças nos contatos metálicos, fato notável logo pelo tipo de encaixe. Ele até parece o slot PCI invertido com alguns contatos a mais.
Slots PCI-Express
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons - Autor: Smial)
Como supracitado, o slot PCI-Express é o que há de mais atual para a utilização de placas complementares. As placas mais comuns para o padrão PCI-Express são as placas de vídeo. Elas conseguem trabalhar em alta velocidade graças ao modo de funcionamento do PCI-Express.
Outro detalhe que diferencia o padrão PCI-Express é a trava de segurança. Tal detalhe é fundamental para que as placas de vídeo sejam devidamente fixadas. Fisicamente, os slots PCI-Express são idênticos, todavia existem diferentes modelos, os quais podem ser identificados nos manuais das placas-mãe.

Placa de vídeo

As placas de vídeo são instaladas nos slots PCI-Express. Contudo, pode ser que seu computador não tenha uma placa gráfica instalada. Isso não quer dizer que ele não tem capacidade para processar elementos gráficos, mas indica que sua máquina não possui um item de hardware especializado para o processamento de elementos tridimensionais.
Placa de vídeo da AMD
Computadores sem placa de vídeo do tipo “offboard” (fora da placa) trazem um chip gráfico embutido na placa-mãe. Essas placas de vídeo discretas são chamadas de placas de vídeo “onboard” (na placa). A diferença entre esses dois tipos está no desempenho, que nas placas onboard é extremamente limitado.
Caso seu PC tenha uma placa de vídeo offboard, você facilmente irá identificá-la pelo enorme espaço que ela ocupa. Placas de vídeo offboard de desempenho razoável não necessitam de alimentação extra. Já as mais robustas trazem uma conexão exclusiva para o fornecimento de energia.

Fonte

Se o seu computador não é muito recente, é provável que a fonte de alimentação dele esteja instalada na parte superior. A fonte é uma caixa metálica, a qual fica conectada a uma tomada (por meio de um cabo ligado na parte de fora do gabinete) e interligada com os demais dispositivos de hardware.
Fonte de alimentação
A função da fonte de alimentação é receber a energia elétrica da tomada e transformá-la para que os componentes de hardware possam funcionar de maneira apropriada. Para tanto, ela conta com diversos transformadores e componentes elétricos, que terão como principal tarefa a redução dos 110 V (volts) da tomada para valores compatíveis (5 V e 12 V) com os itens de hardware.

Drive ótico

O último item de hardware é o drive ótico. Esse componente normalmente fica no topo do gabinete e sua função é ler discos de filmes, jogos, músicas, programas e dados em geral. Existem diversos tipos de drives óticos, mas no geral os modelos são divididos em três classes: drives de CD, drives de DVD e drives de Blu-ray.
Drive de DVD
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons - Autor: Qurren)
Os drives que leem CDs não são capazes de reproduzirem outros tipos de mídia. Já os modelos que suportam DVD são compatíveis com CDs, todavia não podem trabalhar com Blu-rays. E os drives de Blu-ray são os mais avançados, capazes de executarem CDs, DVDs e Blu-rays. Há ainda dispositivos para gravação de mídias, os quais são classificados de forma idêntica.

Máquinas complexas ao extremo

Nosso artigo acaba por aqui, porém esperamos que você tenha gostado das explicações. Como você deve ter notado, todas as informações foram bem simplificadas para atingir todos os que não tinham conhecimento aprofundado no assunto.
Esperamos que nosso artigo tenha despertado a sua curiosidade e que você busque mais informações sobre a parte de hardware do computador que, apesar de complexa, pode ser fascinante. Fique à vontade para comentar e até uma próxima!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

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As tecnologias militares que vão invadir o mercado em breve

Conheça algumas das novidades que estão sendo construídas para uso militar, mas que logo podem estar disponíveis também para uso comercial.

Fonte da imagem: Raytheon

Em 2011, os Estados Unidos pretendem investir pouco mais de US$ 405 bilhões em tecnologias militares. O valor é considerado abusivo por muitos, afinal, investimentos em tecnologias que, muitas vezes, têm como principal finalidade a destruição em massa não são exatamente a maneira mais nobre dispender dinheiro.

Entretanto, todo esse volume de investimentos não é destinado única e exclusivamente para a criação de novas máquinas de guerra. Muitas das pesquisas desenvolvidas por instituições militares acabam indo parar nas indústrias de eletroeletrônicos e, consequentemente, são transformadas em novos produtos e utilidades para o cotidiano do cidadão comum.

Muito do que foi desenvolvido pela NASA, Agência Espacial Norte-Americana, órgão governamental dos EUA, é utilizado no dia a dia pelos usuários. O Baixaki e o Tecmundo já abordaram algumas delas em um artigo especial.

Mas o que vem sendo desenvolvido atualmente que pode influenciar diretamente nos próximos aparelhos disponíveis no mercado? Conheça em detalhes algumas das principais tecnologias que vão pintar para o consumidor em breve e outras que ainda não têm previsão de chegada, mas que certamente fariam sucesso junto ao público.

Armadura facial

Fonte da imagem: Blanddesign

Embora os soldados estejam sempre bem equipados e por baixo dos seus uniformes exista uma espécie de colete à prova de balas como proteção, algumas regiões do corpo ficam naturalmente mais expostas, como a cabeça e, em especial, os olhos. Um impacto, ainda que não atravesse o capacete de um militar, pode ser fatal.

Pensando nisso o exército norte-americano desenvolveu uma espécie de armadura facial. Chamada Predator Facial Armor, trata-se de um capacete de alta resistência, com proteções especiais para a mandíbula, olhos, nariz e boca. Além disso, a parte interna do capacete funciona como um suporte, impedindo que, em caso de impacto, a cabeça não sacuda com o impacto.

Como complementos tecnológicos, a Predator Facial Armor conta com radar 360 graus, com indicação de alvos móveis e tela display para exibição de informações como mapas, posicionamento de outros soldados e integração computadorizada com algumas armas.

Para uso cotidiano, capacetes como esses podem ser adaptados para uso em atividades esportivas ou mesmo na construção civil, em que a segurança e a possibilidade de acesso rápido a informações visuais podem se tornar grandes diferenciais de produtividade e integração.

Telas OLED flexíveis de pulso

 Fonte da imagem: Universal Display Corporation

Se os celulares e smartphones substituíram em grande escala os relógios de pulso, no futuro é possível que o ciclo se inverta e os displays flexíveis possam se configurar na nova geração de relógios. Outra tecnologia desenvolvida dentro do exército norte-americano, exibida pela primeira vez na CES 2009, está em fase de testes nas forças armadas.

O aparato foi criado em parceria com a Universal Display Corporation. Trata-se de uma pulseira com tela OLED, com tela de 4,3 polegadas e resolução de 320 x 420 pixels, capaz de exibir os mais variados tipos de informação, de modo similar ao funcionamento de um smartphone.

Não há informações ainda sobre qual é o sistema operacional utilizado pelo produto nem quando ele poderá deixar de ser uso exclusivo das forças armadas. Entretanto, em tempos de popularização dos tablets, nada mais justo que pensarmos em algum dispositivo similar adaptado ao pulso.

Máquina de glóbulos vermelhos

Fonte da imagem: DARPA

Os glóbulos vermelhos têm a importante função de transportar o oxigênio aos tecidos. Em caso de um sangramento, a perda deles em grandes quantidades pode significar um resultado fatal para o paciente. A DARPA – Agência de Defesa Avançada em Projetos de Pesquisa  - colocou em desenvolvimento uma máquina chamada Arteryocite, capaz de produzir glóbulos vermelhos para garantir um suprimento de vida ao paciente ferido.

Baseado num sistema de nanofibras, chamado NANEX, a máquina permite produzir tais células sem que, para isso, seja preciso dispor de um doador. O equipamento utiliza sangue de cordões umbilicais para gerar os novos glóbulos vermelhos, mas a DARPA não divulgou, exatamente, como o processo de transformação funciona.

Exoesqueleto de força

Sair às ruas ostentando uma força similar à da armadura do personagem Homem de Ferro não é mais um sonho da ficção. O exoesqueleto Raytheon XOS 2 reduz o impacto na hora de carregar cargas bem mais pesadas do que o corpo humano é capaz de aguentar.

A aplicação do exoesqueleto no cotidiano pode representar um avanço para a indústria automotiva, por exemplo, ou para outros lugares onde a robótica tenha um papel fundamental. A vida de trabalhadores braçais, com os equipamentos, pode se tornar bem mais prática no futuro.

Cadeira de rodas eletrônica

Fonte da imagem: Florida A&M University

A utilização militar desse equipamento parece pouco provável, mas é exatamente para isso que ele está sendo desenvolvido. Trata-se de uma cadeira de rodas eletrônica, com as mesmas características de pequenos robôs criados para se locomover em terrenos acidentados ou de difícil acesso.

O projeto, ainda em desenvolvimento, deve ficar pronto apenas em 2016. Se em um terreno de difícil acesso as possibilidades são muitas para os soldados, quem utilizá-la nas grandes cidades poderá se locomover com muito mais facilidade em ruas e calçadas acidentadas ou com alguns obstáculos.

Uniformes autossuficientes com energia solar

Fonte da imagem: UK Army

Combinando células fotovoltaicas com aparatos termoelétricos, o exército britânico deve apresentar em 2013 uma nova espécie de uniforme, capaz de utilizar a energia solar como elemento de recarga para diversos dispositivos vinculados à roupa.

Além de absorver luz a partir do espectro eletromagnético, o novo uniforme diminui as possibilidades de detecção por meio de raios infravermelhos. Para garantir o funcionamento durante 24 horas, o uniforme armazena parte da energia capturada durante o dia para que seja utilizada à noite, quando praticamente não há novas possibilidades de recarga.

Com o desenvolvimento da tecnologia, é possível que nos próximos anos surjam outros tipos de roupas também capazes de capturar energia solar, servindo para recarregar gadgets, smartphones e outros dispositivos removíveis que requeiram energia.

Miniveículo aéreo para checar radiação

T-Hawk (Fonte da imagem: Honeywell)

O desastre ocorrido nas usinas nucleares japonesas, em virtude do terremoto e do tsunami no mês de março, colocou o governo e a população em estado de alerta. Os níveis de radiação subiram acima do esperado e, para constatar dados referentes ao problema, o exército japonês utilizou um equipamento desenvolvido em suas pesquisas.

O Honeywell T-Hawk pode fazer qualquer tipo de aproximação aérea e voos monitorados, tendo como objetivo um ponto-alvo. Com isso, o equipamento pôde medir com precisão as áreas contaminadas, dispensando a presença de pessoas no local.

A verdadeira guerra tecnológica

Embora seja natural que a maioria das pessoas tenha a opinião de que investir em equipamentos bélicos não seja a melhor saída para, de fato, melhorar a vida no planeta, historicamente o desenvolvimento tecnológico mostra o contrário. Boa parte das tecnologias que utilizamos hoje surgiu de verbas de investimento em unidade militares de pesquisa.

Contudo, há que se mensurar até que ponto um produto ou uma tecnologia é mais benéfica para a humanidade do que prejudicial. Há muito potencial para novas ideias e, em se tratando de investimentos, esse é um setor que raramente precisa se preocupar com problemas de orçamento. Será que as tecnologias militares serão as responsáveis pela paz e pelo bem-estar no futuro?

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